1. Intro
2. We´re from America
3. Disposable Teens
4. Little Horn
5. Irresponsible Hate Anthem
6. Pretty as a Swastika
7. Four Rusted Horses (Opening Titles Version)
8. WOW
9. Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon
10. The Dope Show
11. Great Big White World
12. Rock is Dead
13. Leave a Scar
14. Sweet Dreams (Are Made of This)
15. Rock n´ Roll Nigger
16. Tourniquet
17. The Beautiful People

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O shock rocker, que vem para Anaheim na próxima semana, fala sem malícia.

Por: Kelli Skye Fadroski


São 23:00 em uma noite de Quarta-Feira. Marilyn Manson vai ligar?

A entrevista estava prevista para começar às 20:00, mas um de seus capangas me ligou às 22:15: “Ele vai ligar em breve, eu juro. Suas entrevistas são longas. Marilyn dora falar.”

Finalmente o telefone toca e é Manson, com um humor agradável, mas ainda obscuro.

“Espera, você estava dormindo?” ele pergunta, rindo.

Aqui começa nossa conversa na madrugada – ele compartilha de que sou a primeira mulher que ele falou no dia, e depois explica como gosta de conduzir as entrevistas: “Normalmente faço um monólogo e você escuta.”

Isso deve funcionar com outros, mas há muito para falar apenas para deixá-lo tagarelar.

Nos dois anos que passaram entre o “Eat Me, Drink Me” em 2007 e seu lançamento de Maio, “The High End of Low,” Manson passou por um bocado. Ele jogou seu coração fora sobre seu ausente relacionamento e eventual divórcio com a famosa modelo burlesca, Dita Von Teese, no “Eat Me, Drink Me,” ainda que ele diga que muitas críticas incompreenderam o álbum, chamando o de feliz, quando Manson o considera longe de ser uma salvação.

Ainda, ele insiste que não é apenas uma “má reputação.” Ele não está amarelando em ver alguém em um momento particular, mas ele namorou a atriz Evan Rachel Wood até os dois romperem no final de 2008. Julgando por sua risada irônica e profunda para a pergunta sobre sua vida amorosa, tenho certeza que ele não tem tornado-se celibatário. Apesar de tudo, quem não queria namorar um artista torturado, cujo sua cantada favorita é “Quero te incendiar”?

Manson tem estado na área no mês passado, encabeçando o Mayhem Festival em San Bernardino com o Slayer – mas ele volta na área essa semana, para fazer um show muito mais intimista, no Grove of Anaheim na noite de Segunda-Feira.

Ele diz que seus shows serão uma mistura do velho com o novo, especialmente vendo que seu mais novo álbum é o primeiro que ele fez que, na verdade, gosta de escutar. Também entrou para o time o baixista original da banda, Twiggy Ramirez, que saiu d banda para tocar com o Nine Inch Nails e A Perfect Circle, depois que os dois se separaram em 2002.

“Acho que pegamos um argumento que deveria ter sido resolvido,” Manson diz, “mas éramos como namorado e namorada e nenhum de nós nos ligamos no dia sguinte. E isso durou por seis ou sete anos. Esse é o álbum que sempre quisemos fazer, e acho que isso (a luta) aconteceu por uma razão. Precisávamos ficar longe disso, longe um do outro.”

Ainda, só porque Manson se cooperou, não quer dizer que esse álbum é sol e rosas – longe disso, de fato.

Ele passou por emoções ainda cruas que ele experienciou antes de se divorciar, que o deixou em depressão. A tentativa de sua ex-mulher em uma intervenção, ele diz, foi “quase cômica” – ele relembra sendo enganado por ser levado a um quarto cheio de amigos e um médico, sentados em círculo.

“Eu disse ao médico, “eu sei mais sobre psicologia do que você, porque eu leio e você tem mudanças de ideia – e estou indo para o outro quarto cheirar uma grande carreira de cocaína.”

Eu não tive a coragem, a energia ou a iniciativa de me matar, o que é triste. Eu sempre digo a todos, “Escute, pare de pegar suas calças com feixe porque estou escrevendo nas paredes, sangrando e atirando. Se eu for me matar, sério, vou levar várias pessoas comigo.” Não é para ser algum tipo de nota “adeus, mundo cruel”...”

“Todos estão sempre preocupados com o que minha música faz para as outras pessoas. Eles precisam se preocupar sobre o que eu farei nas pessoas.” Essa é a mesma atitude que Manson tem na nova faixa “Leave a Scar,” na qual ele geme em uma voz grave: “I’m well aware I’m a danger to myself/Are you aware I’m a danger to others?”

Isso é bem normal em seu mundo. É o Manson clássico, criando tipos de letras que ainda assustam os pais do subúrbio, o tipo que apontou o dedo em sua direção depois do massacre no Colégio Columbine, em 1999.

Tendo amado e perdido, Manson agora canta sobre estar tão baixo que teve que olhar para cima para ver o inferno. O momento final do disco, intitulado “15,” ele compartilha detalhes sobre seus romances fracassados, acabando o álbum proclamando “I’ll teach you about the loss.”

“É sobre ter um real sentido de compreensão de perda e amor e o que tudo isso significa,” ele diz sobre o álbum. “ Soa muito apelativo dizer, “Oh, vou morrer com você” e “Te amo tanto que morreria com você.” Não me diga isso depois que escrevi a “15,” porque se você disser e então me deixar... é melhor correr muito rápido. Vou te assombrar e te matar porque você disse que estaríamos juntos até morrer.

Não vou fazer essa promessa até que signifique algo. Se significar... te comprarei flores todo dia.”

Quando ele não pode se expressar através da música, Manson pinta. Ele tem hospedado várias galerias para exibir o seu trabalho, e conta com dúzias de seus exemplares à venda em seu site oficial. Ele pinta o que vier na mente; dos retratos que ele fez no passado, incluindo algumas de suas ex-namoradas, seu trabalho é um meio de dizer: “Isso é como me sinto sobre você.” Também na coleção do Manson estão vários auto-retratos, imagens de Cristo e alguns quadros da famosa vítima de assassinato, Elizabeth Short (aka the Black Dahlia).

Manson diz que ele não sabe o que futuro aguarda para ele – e ele diz que não lembra muito do passado, embora tenha marcas... que foram publicadas em uma biografia com o título, lançada em Fevereiro de 1998, “The Long Hard Road Out of Hell.” Por agora, entretanto, ele diz que é apenas conteúdo.

“Eu tive tudo e eu tive tudo isso tirado de mim. Mas estou satisfeito que moro em um hotel e tenho dinheiro o suficiente para comprar comida de gato e drogas – e estar apto a impressionar belas garotas, que ficam maravilhdas com o meu elogio idiota.”

 

OCRegister.com

1. Intro
2. We´re from America
3. Disposable Teens
4. Little Horn
5. Irresponsible Hate Anthem
6. Pretty as a Swastika
7. Four Rusted Horses (Opening Titles Version)
8. WOW
9. Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon
10. The Dope Show
11. Great Big White World
12. Leave a Scar
13. Sweet Dreams (Are Made of This)
14. Rock n´ Roll Nigger
15. Tourniquet
16. The Beautiful People

Vídeos

Great Big White World

17/11/2009 @ Klub Stodola, Warsaw, Polônia (Last.FM)
20/12/2009 @ Rockhal, Esch-Alzette, Luxemburgo (Last.FM)

Créditos ao omegaman, membro do Babalon.

 

     

     

     

 

Você sabe tudo que precisa saber sobre o Marilyn Manson.

Uma olhada para o cara – O longo cabelo preto que está um pouco desbotado, as roupas pretas, olhos selvagemente coloridos e maquiagem ainda mais selvagem. Os palcos de shows sexualmente sugestivos, música adornada em profanidade – e você sabe que ele é louco, o anticristo, o demônio, o manipulador malvado das crianças que os colunistas conservadores e religiosos criticam.

Diga a ele quando ele está de bom humor e ele deve concordar com você – tipo da criança durona na escola que se gaba, então você não pode perceber seus medos.  Manson tem sido conhecido por dar entrevistas que são designadas a chocar. Ele fala sobre auto-mutilação. Ele fala sobre escrever as letras do seu novo álbum nas paredes de sua casa. Ele fala sobre a história sexual de uma certa cantora.

Mas continue a conversa, e você descobrirá algo a mais. Ele é inteligente. Ele é engraçado. E também parece extremamente vulnerável; o verdadeiro estranho. Que empurra as pessoas para longe e, ao fazer, torna-se mais isolado. Ele diz ao Jay Leno que se ele fosse outra criança na escola e se visse, teria batido. É fácil ver por que as mulheres querem protegê-lo.

“Eu vivo minha arte,” ele explica. “Que às vezes é muito difícil para as pessoas entenderem... meu trabalho como artista é estar lá fora, mostrando às pessoas diferentes maneiras de olhar para as coisas.”

Às vezes não é muito fácil. Especialmente para ele.

O solitário confesso, que é tímido e se isola das pessoas com medo de machucá-las, sofreu o maior desgosto de todos quando sua, agora ex-mulher, a artista burlesca Dita Von Teese, o deixou. E, no pior pesadelo de todos, todo o término foi publicado em tablóides e televisão.

O público pareceu não entender muito bem o drama e vários comentaristas usaram pontos para sublinhar o que diziam do Manson ser estranho, apesar de seus amigos (incluindo sua ex-namorada, Evan Rachel Wood) o defenderem.

“Ele vive em uma cidade de Halloween, mas ele também é apaixonado e torturado, ele é romântico e apenas quer fazer algo lindo,” disse Wood à YRB em 2007.

Talvez essa seja uma razão que o término de Manson com Von Teese tenha sido uma surpresa. Os dois artistas pareciam almas gêmeas, e algumas partes de seus três anos de namoro poderiam ser cenas de um romance de novela. Quando Manson a pediu em noivado, ele se ajoelhou e presenteou Von Teese com um diamante de corte Europeu de sete quilates.

Depois de um pouco mais de um ano, Manson, então com 36 anos, e Von Teese, então com 33, casaram. Verdadeiro na forma romântica que foram, na verdade, duas cerimônias em uma semana. A cerimônia mais pública, a segunda, no dia 3 de Dezembro de 2005 foi um elegante casamento no fim da tarde, na casa de um amigo Irlandês. Contou com várias celebridades, incluindo Ozzy e Sharon Osbourne.

Mas, quase tão cedo quanto o casamento acabou, o então conto de fadas, tornou-se mais um pesadelo para Manson e Von Teese.

Ela o acusou de um abuso extravagente de substâncias e infidelidade. Embora os dois tenham estado juntos por mais de cinco anos quando eles casaram, ela disse que não tinha percebido que a vida dele era tão caótica – que nunca mudaria.

Manson mantém que Von Teese sabia sobre seu estilo de vida, que inclui trabalhar a noite inteira e dormir o dia inteiro. Quando eles casaram, Manson disse que Von Teese queria mudá-lo. Mesmo depois do divórcio, a amargura continuou enquanto Manson trabalhou para garantir que Von Teese não poderia clamar por ajuda esponsal. Qualquer que seja a verdade do casamento, uma coisa é certa: O término deixou Manson destruído e humilhado.

Apesar de seu relacionamento apaixonado com Wood, ele parecia publicamente consumido por dúvida e não conseguia trabalhar. O homem, uma vez nomeado “O Último Rockstar” pela revista Spin pareceu perigosamente perto de se auto-destruir.

Não foi até um amigo sugerir que ele trabalhasse um pouco de sua dor na música, que ele começou a escrever as músicas que tornaram-se o The High End of Low. Agora ele chama a composição de uma aparente phoenix nascendo do fogo, talvez alguns de seus melhores trabalhos já lançados.

Muitos creditam a volta do membro e co-produtor do álbum, Twiggy (que, antigamente, usava o nome Twiggy Ramirez, adotado dos nomes da modelo dos anos 60 e o serial killer Richard Ramirez) com a energia do Manson nas músicas novas. Vários críticos de rock nacionais aclamaram o The High End of Low como o álbum mais poderoso – e engraçado – do Manson em uma década.

“É verdadeiramente uma parte de mim,” diz Manson, um ex-jornalista de música que indefere preocupações de que talvez seja difícil de escutar. “É quase como Geração Y Jornalismo.”

Para colocar isso em termos de filme, é paralelo à Scarlett O´Hara segurando um monte de sujeira e proclamando, “Enquanto Deus como minha testemunha, eu nunca terei fome de novo.” Agora que Manson tem sua vida – e seu conhecido groove musical – de volta, ele não sairá dos trilhos de novo.

O álbum segue a verdadeira forma do Manson – um comentário na vida, mas pegando as percepções das pessoas e lançando-as. Considere sua música quase um estudo na arte abstrata, designado a guiar as pessoas da complacência sobre ideias e preocupações.

“É sempre sobre ser você mesmo,” ele diz. “Isso é o que eu sou. É o que todos deveriam ser... Mas você pode olhar às coisas de vários ângulos diferentes.”

Se alguém se pergunta se essa é a razão para tantas pessoas repudiarem o Manson, quase como uma diferente geração que repudiou Andy Warhol. Sim, ele cobre sua timidez com excentricidade chocante – e, em equidade, ganhou milhões de dólares no processo – mas ele também não se desculpa por suas escolhas. O mesmo foi declarado verdade do Warhol.

“Eu sou tudo sobre ficar de pé e ser quem você é,” ele disse. “Naquele ponto [quando a Dita o deixou] eu quase desisti, e isso me assustou pra caralho. Foi uma época estranha na minha vida...”

Apenas uma escutada no álbum de 15 faixas, e você pode quase sentir sua dor, suas frustrações e seu renascimento. Mas não pense que esse é só um disco emo. O The High End of Low é o Manson na sua mais alta energia, com letras gráficas no álbum, como “I Have to Look Up Just to See Hell.”

“Você pode me pegar
A sepultura pode me pegar
A Terra está esperando para nos comer vivos
Eu adoro seu ferimento
Preciso de destroços humanos
Eu tenho que olhar para cima apenas para ver o Inferno”

Se você acha que esse álbum é como o Manson terapeuta, você está certo. E está bem para o Manson.

“Eu posso rir de mim uma vez que os pontos estão feitos.” Ele diz. “Não me incomoda.”

Talvez a confiança do Manson naqueles pontos estivesse em lugar algum, mais evidentes do que durante a entrevista televisionada com o apresentador conservador, Bill O´ Reilly. Transmitida dia 7 de Janeiro de 2006, a entrevista mostra Manson argumentando calmamente e logicamente o que O´ Reilly clama que ele tem um efeito corrosivo nas crianças. Em argumentação ao que O´ Reilly clamava, o que incluiu Manson encorajando a promiscuidade dos jovens, Manson chamou os pais para terem responsabilidade com as ações dos filhos, enquanto revelava que perdeu sua virgindade aos 16 anos.

“Qualquer coisa pode ser mal interpretada. As pessoas podem olhar para o Cristo na cruz e dizer que é assassinato...” Manson disse para O´ Reilly. “Te respeito por me desafiar e é por isso que vim ao programa.”

Todo mundo que tem uma suspeita sobre o trabalho do Manson – e muitos que provavelmente não – sabe que, com frequência, é cheio de profanidade, que Manson tem dito que às vezes é necessário usar como ferrementa para fazer um ponto. Esse álbum, que inclui uma música chamada “Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon” – não é diferente. O que é interessante, é que Manson não usa profanidade quando conversa, mas usa nas letras. Ele considera como uma ferramente para fazer um ponto e, de novo, aliciar as pessoas à ouvir sua mensagem.

Considere a música acima citada com letra que inclui:

“Primeiro você tenta foder
Depois você tentar comer
Se não aprendeu seu nome
É melhor você matar antes que o vejam”

Fora do contexto é apenas profanidade, mas coloque na música com ganchos arrebatadores e uma batida infecciosa, que funciona.

“Eu vivo pelos simples prazeres, daonde quer que eles venham, mas você tem que ser você mesmo, se aceitar,” disse Manson chamando o álbum de prova de sua ressurreição. A vida tem que ser preenchida, ou você morre. E eu não quero morrer.”

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12.11 @ Ice Hall
14.11 @ Annexet
15.11 @ Hal 14
16.11 @ Sporthalle
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19.11 @ Tip Sport Arena
20.11 @ Gasometer
22.11 @ Pala Alpitour
23.11 @ Samsung Hall
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