Manson atualizou seu MySpace com a seguinte mensagem:


Um grande amigo se foi hoje.

Vou sentir muito sua falta. E agora eu entendo o amor e a perda mais do que eu gostaria.


Four Rusted Horses (Opening Titles Version)

Sweet Dreams (Are Made of This)/Rock n' Roll Nigger

Setlist

1. Intro
2. Four Rusted Horses (Opening Titles Version)
3. Pretty as a Swastika
4. We're from America
5. Disposable Teens
6. Irresponsible Hate Anthem
7. The Love Song
8. Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon
9. Leave a Scar
10. Rock is Dead
11. The Dope Show
12. Great Big White World
13. WOW
14. Sweet Dreams (Are Made of This)/Rock n' Roll Nigger
15. If I Was Your Vampire
16. The Beautiful People

Fotos

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Sem vídeos ainda.

Esse foi o último show da parte europeia da turnê. Próximo show acontece sexta-feira, dia 10/07/2009 em Sacramento, na Califórnia. Será o primeiro show na América do Norte, bem como o primeiro no Mayhem Festival.

O site verdammnis.com disponibilizou um vídeo em pro-shot da música Four Rusted Horses (Opening Titles Version) do show do dia 22/06/2009 em Vienne, na França. Confira!

E também a entrevista que Manson concedeu antes do show no Rock Im Park, dia 06/06/2009, na Alemanha

Fontes: @basetendencies | @MansonNews

A revista francesa Rock One fez uma entrevista com o Twiggy! A entrevista foi transcrita e traduzida (para o inglês) pelo usuário Ezekhiel, do fórum Babalon. Leia a entrevista completa abaixo

Edit (15:18h): Scans da revista! (Obrigado ao marilynmanson.fr)


 

        

   

Marilyn Manson está de volta com Twiggy Ramirez, seu antigo companheiro de enrascadas. Dessa explosiva dupla, “The High End of Low”, o álbum de redenção, nasceu. Enquanto em Paris, Twiggy, que agora se oficializa como guitarrista da banda, responde nossas perguntas.

Poucos dias após nossa entrevista por telefone com Marilyn Manson, tivemos um encontro com Twiggy (que agora prefere não usar o Ramirez) em uma suíte de um luxuoso hotel Parisiano. Ao contrário de Marilyn Manson, o guitarrista é mais reservado e o tipo de homem na defensiva. Falar sobre música não é algo natural para ele, e menos ainda quando vem em assuntos pessoais. Ele gentilmente responderá todas nossas perguntas, apesar do cansaço devido ao fuso horário e a festa no dia anterior. “Estou feliz em estar de volta, tocar música, estar aqui na França e entrar em problemas,” ele brinca. E continua: “Pode me dizer que dia é hoje e que horas são?” Esse encontro promete!

Sobre seu returno à Marilyn Manson

Twiggy: Estava cansado de tocar aquele tipo de música e acima de tudo eu queria explorar novas coisas. Meu coração não estava mais ali. Nos separamos apenas para nos encontrarmos de novo. Sabia que agora era o tempo para eu voltar, como eu sabia na época que era melhor para mim sair. Tudo aconteceu muito naturalmente. Tivemos uma chance de se encontrar em um hall de hotel e conversamos. Depois disso, trocamos e-mails diariamente e entramos em contato por telefone. Então ele finalmente me perguntou se eu estaria interessado em trabalhar no próximo álbum e eu aceitei.

Manson: Houve um tempo em nossas vidas na qual precisávamos um do outro como velhos amigos, mas não estávamos lá. O fato é que me traí no passado. É mais fácil para mim expressar meus sentimentos para estranhos do que para as pessoas próximas a mim, então aquilo foi difícil para eles me entenderem.

Sobre seu relacionamento com Marilyn Manson:

Twiggy: Perdemos contato por quarto anos. Desde então nos tornamos mais próximos que nunca e é muito mais fácil trabalhar juntos porque agora entendemos como cada um opera. Acredito que estamos mais focados no que temos que fazer. Ele diz que me considera como seu irmãozinho porque ele é mais velho que eu, mas acho que deveríamos trocar os papeis (risos). Acho que cuidamos um do outro como irmãos fariam.

Sobre o “The High End of Low”

Twiggy: Eu não estava sob pressão para escrever esse álbum, apenas me diverti e as coisas vieram naturalmente. Agora é muito mais fácil para mim escrever música. No passado eu estava lutando muito mais. Agora é mais fluente. Você não pode forçar criatividade, na minha opinião as coisas vem por elas mesmas. Nós não nos seguimos em nenhuma direção. Começamos a escrever pensando que inevitavelmente nos seguiria a algum lugar. De todas as músicas que escrevi, mantivemos as quinze que mais se encaixaram no álbum. Para ser mais simples, escrevi todas as músicas em três meses em torno de um ano e meio atrás, Manson escreveu as letras e Chris Vrenna fez a programação. Às vezes tenho apenas fragmentos de músicas e Chris as compila em uma única música.

Manson: Durante o período de composição que foi entre Novembro até meu aniversário em Janeiro, eu estava no ponto mais baixo. Esse álbum começou com um sentimento de desespero, confusão e então seguiu em um sentimento de raiva agarrada à perda de algo. Então tornou-se sarcástico, tentando esconder meu constrangimento e não entender o que eu poderia fazer para mudar as coisas. As músicas no álbum estão na exata ordem em que foram escritas, na mesma ordem que os eventos aconteceram na minha vida. No meu aniversário, percebi que eu não poderia mais amar como no passado. Não quero repetir os erros feitos durante as primeiras músicas do álbum. Não quero mais fazê-las sem generosidade, tentação amorosa, esperança ou fraqueza. Não sou a mesma pessoa romântica que pensei que pudéssemos ser como Romeu e Julieta. Foi muito estúpido. Disse a mim mesmo que não poderia me engajar em tal história, desistindo das minhas asas e tentando se tornar mais adulto ou moral. Em alguns modos esse álbum simboliza redenção, uma história que introduz uma nova era moderna.

Sobre a direção musical do novo álbum:

Twiggy: Não acho que o “The High End of Low” é próximo ao “Antichrist Superstar,” ou a qualquer outro álbum. É apenas uma progressão natural do que talvez tenha acontecido após o “Holy Wood.” Não sei porque as pessoas se persuadiram a achar que esse álbum seria próximo ao “Antichrist Superstar,” mas talvez seja devido ao fato que estamos trabalhando juntos novamente. De qualquer maneira, não foi nossa intenção criar algo similar. Esse tem menos riffs, antes tínhamos 10 partes de guitarra, e agora temos apenas uma ou duas. Aqui estão as principais músicas com uma progressão.

Sobre suas influências musicais:


Twiggy: Quando estou escrevendo músicas, não quero ser influenciado pelas memórias ruins, mas apenas pelas músicas que eu amo. Entendo que o Manson use suas experiências pessoais para escrever as letras, mas para a música não é necessário. Estou fazendo música por diversão porque eu gosto de compôr, então não quero algo para ser infeliz e obscuro.

Manson: Tenho visto filmes como “The Love Machine” que eu posso relacionar. É como se álbum fosse um tipo de filme onde a mulher tentaria seduzir um serial killer. Tenho um quarto que eu pinto. Me inspira muito mais porque é um lugar onde moro com meus pensamentos escritos nas paredes. E aqueles que vem ao meu quarto devem vê-las e encarar o lado obscuro. Esse álbum é literalmente positivo porque humilhação torna-se tão auto-destrutiva e frustrante que você acaba se encontrando novamente. Escolhi minha própria transformação.

Sobre “Four Rusted Horses”:

Twiggy: Essa era uma música antiga escrita para o Goon Moon que eu deixei armazenada, e o dia que comecei a me perguntar o que eu deveria escrever, disse a mim mesmo que essa poderia encaixar bem no Manson. “Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon” também foi escrita antes da minha volta à banda. Devo ter escrito há sete anos. Música é tudo sobre colaboração e aquelas músicas ficaram agarradas ao Manson, esse é o porquê eu decidi conscientemente não usá-las para o Goon Moon.

Sobre o Goon Moon:

Twiggy: Por agora, só estou focado nesse álbum e na turnê. Mas espero gravar um novo álbum do Goon Moon uma vez que o período do “The High End of Low” estiver acabado. É meu desejo. Honestamente acho que posso facilmente estar em ambas bandas, então não estou tão preocupado com o futuro do Goon Moon.

Sobre o novo baixista:

Twiggy: Seu nome é Andy Gerold, ele é da banda nova do Billy Howerdel (guitarrista do A Perfect Circle), Ashes Divide. Nunca tinha ouvido falar dele antes de ele juntar-se a nós, mas ele foi recomendado para a gente. Apesar do fato que Chris tocou bateria no álbum, Ginger tocará bateria ao vivo. Então Chris tocará teclado. Enquanto eu, sempre toquei todas as guitarras e baixos nos álbuns ateriores que trabalhei. Mas quando o Manson me perguntou sobre tocar guitarra essa vez, aceitei imediatamente porque é meu instrumento favorito.

Sobre seu novo visual:

Twiggy: Quando você fica mais velho, seus gostos mudam, você tenta coisas novas. Com certeza não vou mais me vestir de um jeito engraçado, porque eu mudei. Estou muito velho para usar vestidos agora! No palco vou vestir roupas mais elegantes e sóbrias.

Três últimas palavras:

Twiggy: Marilyn Manson é louco, inteligente e bêbado, e sou exatamente como ele!

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14.11 @ Annexet
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16.11 @ Sporthalle
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19.11 @ Tip Sport Arena
20.11 @ Gasometer
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23.11 @ Samsung Hall
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