Ontem (24) o show ocorreu em Sayreville, Nova Jersey. O setlist foi o mesmo da apresentação anterior.

1. Intro
2. Deep Six
3. Disposable Teens
4. mOBSCENE
4. No Reflection
5. Killing Strangers
6. Sweet Dreams (Are Made of This)
7. Cupid Carries a Gun
8. Rock is Dead
9. The Dope Show
10. Third Day of a Seven Day Binge
11. Personal Jesus
12. This is the New Shit
13. The Mephistopheles of Los Angeles
14. The Beautiful People
15. Irresponsible Hate Anthem
16. Coma White

Intro/Deep Six

Disposable Teens

mOBSCENE

No Reflection

Killing Strangers

Sweet Dreams (Are Made of This)

Cupid Carries a Gun

The Mephistopheles of Los Angeles

Manson tocou ontem (23) na Filadélfia. Rock is Dead voltou ao setlist e Sweet Dreams (Are Made of This) foi tocada na forma convencional.

1. Intro
2. Deep Six
3. Disposable Teens
4. mOBSCENE
4. No Reflection
5. Killing Strangers
6. Sweet Dreams (Are Made of This)
7. Cupid Carries a Gun
8. Rock is Dead
9. The Dope Show
10. Third Day of a Seven Day Binge
11. Personal Jesus
12. This is the New Shit
13. The Mephistopheles of Los Angeles
14. The Beautiful People
15. Irresponsible Hate Anthem
16. Coma White

mOBSCENE

Killing Strangers

Ontem (21), Marilyn Manson deu início à turnê mundial, The Hell Not Hallelujah, em Washington, DC. Foram tocadas sete músicas do novo álbum, The Pale Emperor e a maior novidade é que Sweet Dreams (Are Made of This) foi tocada em versão acústica!

A formação da banda permanece a mesma dos shows que ocorreram ano passado: Manson nos vocais, Twiggy Ramirez no baixo, Tyler Bates e Paul Wiley nas guitarras e Gil Sharone na bateria.

1. Intro
2. Deep Six
3. Disposable Teens
4. No Reflection
5. Slave Only Dreams to Be King
6. Great Big White World
7. Third Day of a Seven Day Binge
8. mOBSCENE
9. This is the New Shit
10. The Dope Show
11. Cupid Carries a Gun
12. The Beautiful People
13. Sweet Dreams (Are Made of This) (Acústica)
14. The Mephistopheles of Los Angeles
15. Killing Strangers
16. Personal Jesus
17. Mister Superstar (Warship My Wreck Outro)
18. Coma White

Intro/Deep Six

Disposable Teens/No Reflection

Slave Only Dreams to Be King

Great Big White World

Third Day of a Seven Day Binge

mOBSCENE

This is the New Shit

The Dope Show

Cupid Carries a Gun

The Beautiful People

Sweet Dreams (Are Made of This) (Acústica)

The Mephistopheles of Los Angeles

Killing Strangers 

  

Personal Jesus

Mister Superstar (Warship My Wreck Outro)

Coma White

Confira a tradução na íntegra da entrevista que Manson concedeu ao NY Times.

Um príncipe obscuro dá um passo na luz

"Estamos bebendo vodka," Marilyn Manson disse, pronunciando a palavra como se fosse um personagem de desenho Russo, e enchendo uma taça. Duas taças: Como qualquer músico extravagante, ele sabia que um companheiro de bebida faz uma audiência.

Ele passou da cozinha cor-de-pêssego de uma casa emprestada aqui - pertence a seu amigo Johnny Depp - até a sala de jantar entre algumas máscaras e fantasias. Havia um cavalo, uma mulher de cabelo comprido, interruptores prateados. "Esse é o meu material Max Ernst; é privado," ele disse. "Fico bêbado e compro coisas na Amazon."
 
Adiante na sala de estar, ele pausou para mostrar um teremin de 1927 e então sentou em um sofá de veludo, segurando seu drink com unhas pintadas de preto. Ele estava da cabeça aos pés de preto, maquiagem nos olhos e cabelo bagunçado. A sala era mantida gelada, como ele gosta, combinando com um performer conhecido por seus gostos estranhos e coleção de armamento da época Nazista.
 
Houve um tempo, anos atrás, onde estar cara a cara com ele talvez induzisse um arrepio, dada sua áurea de príncipe das trevas, comportamento doido ocasional e citações de agressão. Agora, ele acabou de sair de uma gravação de vídeo em outra sala cantando alegremente The Thong Song. "The Thong Song é uma música forte," ele disse, empregando seu tipo preferido de trocadilho bobo. Marilyn Manson, às vezes, gosta muito de um trocadilho.
 
Nascido Brian Warner, Marilyn Manson, como tem sido conhecido por mais de metade de sua vida, está encarando um tipo de crise de identidade. Aos 46 anos, com uma carreira como um rockstar gótico que vende milhões de discos, ele tem sido atingido por uma indústria musical mudada, uma cultura menos intolerante com composições inflamadas e palcos teatrais, e o ataque de maturidade muito demorado. "Eu admito a mim mesmo que não estava tão bom quanto eu queria nos últimos anos - como pessoa, como músico, como artista," ele disse.
 
Agora ele está tentando dar a sua vida e carreira uma revisão ao estilo Manson. Após anos de abuso de drogas e um curto tempo na reabilitação, ele está fumando maconha, graças a uma nota de um médico por conta de um dedão quebrado. E, embora ele tenha feito participações em filmes e seriados há tempos, recentemente começou a levar sua atuação mais a sério, fazendo o papel de um supremacista branco na última temporada do sucesso da FX, Sons of Anarchy, no ano passado. O astro da série, Charlie Hunnam, o inspirou a malhar, e ele até parou de beber seu amado absinto para ajudar.
 
Seu novo disco, The Pale Emperor (Loma Vista Recordings), que será lançado nesta Terça-Feira, 20 de Janeiro, é o seu maior salto. Foi escrito com um novo colaborador, o compositor de trilhas sonoras Tyler Bates, conhecido por épicos de aventura e sci-fi como 300 e Guardiões da Galáxia. Embora liricamente vagueie em familiar território obscuro - ele se declara o "Mefisto de Los Angeles" - musicalmente vai em vias de riffs de blues crocantes e passa longe da superprodução industrial. O álbum é dedicado a sua mãe, Barbara, que faleceu em Maio após uma longa batalha contra a demência, e que o afetou profundamente. Seu papel em Sons foi, em parte, um tributo a seu pai, Hugh, um grande fã do seriado.
 
Tom Whalley, fundador da Loma Vista e ex executivo na Interscope, primeira gravadora do Manson, disse que foi rapidamente persuadido a assinar com ele agora, baseado principalmente na música. "Quando ouvi, fiquei tipo 'nossa, isso é bom," Mr. Whalley disse. "Realmente senti que ele estava tendo um momento criativo mais tarde em sua carreira que a maioria das pessoas não encontram."
 
Pessoalmente, também, "o cara passou por um ano catártico," disse seu amigo, o músico Shooter Jennings. "Definitivamente acho que há um cenário parecido com o de uma fênix nascendo acontecendo com ele," ele adicionou.
 
Se esse for o caso, é por conta, em grande parte, de Mr. Bates, de 49 anos. Eles conheceram-se quando Manson, como seus amigos o chamam, apareceu no seriadoCalifornication, da Showtime, no qual Bates estava fazendo a trilha sonora. "Eu estava perguntando sobre sua vida e carreira," Mr. Bates relembra. "Eu disse, 'É hora de se reinventar, não?' e ele disse, 'Sim.'"
 
Eles se encontravam, inicialmente, no estúdio caseiro de Bates, mesmo durante as horas do dia - uma nova experiência para Marilyn Manson. "Porque às três da manhã é quando meu cérebro realmente começa a funcionar'', ele disse, usando sua linguagem suja, "Eu pensava que este era o melhor momento pra gravar. Mas eu percebi que eu não preciso mais fazer isso, se eu me esforçar logo cedo. Durante o dia é mais fácil pra mim de se comportar como um... não diria um ser humano normal, mas mais como um vilão mais efetivo, mais destruidor, um elemento do caos no mundo. Eu acho que é por isso que estou aqui."
 
Sem correntes, Marilyn Manson fala como quer, se auto-titulando o encarnador do caos e falando demais sobre tudo. ("Eu tangecio as conversas demais", subestimando a palavra absurdamente).
 
"Ele circula a ideia completamente por um bom tempo'', Bates diz. "Mas se você tiver paciência, você vai ver que ele tem um ponto, que é bem engraçado e bem inteligente ao mesmo tempo. Ás vezes ele nem sequer tem um ponto, mas eu o acho interessante."
 
Ele também foi bem claro ao dizer que não perderia tempo no estúdio. "Ele percebeu que chegar no estúdio e simplesmente ser Marilyn Manson não me importava", disse Bates, um pai de duas filhas, cujo assinatura de e-mail é ''lembranças calorosas''. Para Marilyn Manson, a colaboração pareceu menos trabalho do que uma conversa. "Eu nunca tive esse tipo de irmandade musical do mesmo jeito'', diz Manson.
 
Bates também guiou Manson com as letras. "Eu disse, 'eu não vou fazer isso se for só uma manifestação de ódio'," ele lembra. "A única coisa que você ainda tem pra fazer é inspirar as pessoas com suas palavras.' "
 
Para seus fãs, a inspiração vem ao abraçar a escuridão. Como sempre, ele achou material em seu relacionamento às vezes conturbado - sua namorada, Lindsay Usich, com quem ele divide uma casa recém-comprada em Hollywood Hills, é uma fotógrafa e modelo - pra pegar influências das brigas. "Não traga sua nuvem negra para a cama", ele tinha mandado em SMS pra ela, e virou uma letra em The Devil Beneath My Feet.
 
A música que fecha o disco, Odds of Even, que começa com o som de coiotes atracando-se em colinas do lado de fora do estúdio de Bates (e foram gravadas pelo Manson) é provavelmente a mais introspectiva. "My dagger and swagger/ Are useless in the face of the mirror," ele canta em uma voz grossa, emotiva.
 
Não foi sempre escravidão emocional e morte. "Se eu não cuidasse do processo criativo com tanta sacridade," Bates disse, "e simplesmente fosse uma puta e colocasse câmeras no meu estúdio, eu teria o melhor e maior reality show de todos os tempos," filmando as excentricidades e visitas do rockstar, como Keanu Reeves e Johnny Depp.
 
Falando em Johnny Depp, Manson primeiramente o conheceu quando era apenas um figurante de 19 anos, no set de 21 Jump Street, Manson é efusivo igual um garoto. "É um bromance," ele diz, levantando sua camisa pra mostrar uma tatuagem florida em suas costas,  uma das muitas tatuagens iguais que ele e Depp possuem. (Outra, em seu pulso, diz ''Por motivo nenhum'', uma resposta do porquê fizeram as tatuagens.) Eles solidificaram sua amizade tocando juntos - uma das casas de Depp é cheia de instrumentos musicais - e brincando e se divertindo com Hunter S. Thompson mais tarde. (Depp não respondeu nossos pedidos de comentários.)
 
De outro modo, Marilyn Manson é um pouco caseiro, preferindo assistir TV, ver filmes e pintar. Sua companhia preferida é sua doce gatinha de 11 anos, Lily White. "Ela é definitivamente meu centro do universo verdadeiro," ele diz, passando por fotos dela no celular. "É a coisa mais perto, eu acho, de ter um filho."
 
Promover o The Pale Emperor significa entrar em turnê, em lugares menores do que as arenas que ele costumava tocar, com seu parceiro de longa data, o baixista vai-e-vém Twiggy Ramirez, e Bates na guitarra. Mas, depois de seu último disco, Born Villain, em 2012, o primeiro não lançado por uma gravadora grande, ter amargurado os críticos e vendido muito menos do que o previsto, sua vida profissional está sombria.
 
Uma série de shows na Rússia no verão passado foram cancelados, por conta de protestos e ameaças de bomba, antes mesmo de ele colocar o pé no palco. ("Por sorte, meu empresário foi bem consciente de ser pago antes do show," diz Marilyn Manson.) Com apenas duas semanas para o início da turnê, o show, que ocorrerá no dia 26 de Janeiro no Terminal 5, um clube de Nova York de tamanho médio, ainda não esgotou os ingressos.  E uma controvérsia recente, sobre um suposto vídeo vazado, explícito e sexual, envolvendo a cantora Lana Del Rey e o cineasta Eli Roth deixaram-no calado, de forma atípica, apenas repetindo que não foi ele e que não tinha nada a ver.
 
"Ir nesta turnê é um precipício enorme pra ele," Bates diz. "Ele tem umas coisas de partir o coração acontecendo na vida dele, com sua família, e tumultos, e umas felicidades extremas, e está tudo acontecendo ao mesmo tempo."
 
Algumas horas de conversa, seu copo vazio, Marilyn Manson subiu as escadas, pra um quarto com uns lençóis pretos desarrumados, pra uma pausa. Ele surgiu com um pouco da maquiagem removida, olhos vermelhos, preparado pra oferecer um conhecimento que ele adquiriu de forma ríspida, que ele falou em uma voz grave e como se estivesse ensinando. "Tente beber e usar drogas quando você está de bom humor, não de mau humor," ele sugere. E também, "não faça músicas que confunda strippers e não faça filmes sem nudez."
 
E com um tom extremamente sério, ele acrescentou: "Tem uma diferença entre um homem que tem tudo a ganhar e um homem que não tem nada a perder. Se você não tem nada a perder, você é perigoso de uma forma ruim. Se você tem tudo a ganhar, você é perigoso de uma forma boa."

Entrevista original aqui.

O provocador do rock de 46 anos fala sobre sua amizade com Johnny Depp, pragueja antigos vícios como o absinto e mulheres complicadas e fala, também, sobre novo álbum, The Pale Emperor.

 
O que temos esta noite?
 
Johnny Depp está vindo e vamos nos tatuar. Nos conhecemos em 1998 quando lancei o Mechanical Animals, então somos amigos literalmente quase ao ponto onde nossa sexualidade poderia ser considerada questionável. Mas não beijei o Johnny. Então é mais como ter um irmão. É difícil para dois caras que nunca cresceram.
 
Seu novo disco, The Pale Emperor, tem uma qualidade cinematográfica.
 
Passei toda minha carreira anterior a este disco querendo gravar discos cinematográficos. Não estava exatamente na mentalidade exata que estou agora quando fiz alguns dos meus antigos álbuns. Não me fez tão poderoso, e faltava confiança, certeza e intimidação. A música The Mephistopheles of Los Angeles é sobre eu recuperando o orgulho em mim mesmo.
 
Você tem regras para escrever uma música?
 
Não confundir as strippers. Tenha certeza que você irá criar uma batida que faça ela dançar. Ela está trabalhando para conseguir dinheiro para a faculdade ou qualquer coisa assim.
 
Você fez o papel de um presidiário na última temporada de Sons of Anarchy. Você disse que pegou o papel para deixar seu pai orgulhoso. Deu certo?
 
Ele amou. Meu pai costumava andar de moto e Sons of Anarchy é seu seriado favorito. Fui até Ohio para o velório da minha mãe e queria fazer algo para distraí-lo um pouco. Estou sentado na mesa com meu empresário na casa dos meus pais e ele recebeu uma mensagem de que eu faria parte do seriado. Meu pai ficou muito animado. Meu empresário disse, "Fica melhor ainda: Você é o líder da nação ariana e vai ser pago para isso."
 
Você foi até à Courtney Love na première da temporada e, mais tarde, no Twitter, você comparou a experiência a um estupro na prisão. O que aconteceu?
 
Ela estava bem enstrecida. Ela disse que seu vestido tinha rasgado e eu disse, "Sua boceta está aparecendo?" Ela disse que não e eu disse, "Graças a Deus, isso é nojento." E então falou, "Ah, Brian..." Ela gosta de me chamar de Brian, como se eu me importasse. Acho que ela aprendeu a usar o Wikipedia.
 
Quando sua mãe faleceu, você escreveu um tributo dizendo que esperava vê-la novamente algum dia. Onde você acha que irá vê-la?
 
Se você está perguntando se acredito em céu ou inferno, eu não acredito. Se eu vê-la, espero que seja em um bom lugar. Mas quando a vida acaba, ela acaba. Daí vira algo diferente. No entanto, eu sou bem difícil de ser morto. Talvez não imortal. Certamente imortal, ou talvez mais amoral... Entre esses três, é onde eu existo.
 
Vinte anos atrás, Marilyn Manson era sinônimo de deboche abastecido de drogas. Como isso se compara ao Manson de hoje?
 
É tudo uma questão de balanço. Já estive na reabilitação, já estive em um hospício, já estive na cadeia. Não uma prisão ou algo assim - só na TV. Não diria que tenho orgulho de anunciar isso, mas faz mais de um mês que não bebo absinto. Troquei pela vodka. Comecei a fumar maconha dois anos atrás e fiquei tipo, "Nossa, consigo escutar aquela coisa na música." Entendo toda a cena musical da maconha agora. 
 
Você gosta de alguma música pop atual?
 
What Goes Around do Justin Timberlake. Ring the Alarm da Beyoncé. When I Get You Alone do Robin Thicke. Isso e Girl, You'll Be a Woman Soon do Urge Overkill estão na minha categoria "música de estupro". Elas parecem inócuas, mas são bem... struggle snuggle (NT: Não há tradução para este termo. É usado nos EUA como uma gíria para estupro). É assim que falamos na prisão: Um struggle snuggle.
 
Você malha?
 
Tenho treinado bastante porque quero brigar com as pessoas. Não sei por quê. Pensei que seria um novo hobby legal. No passado eu começava a brigar e não terminava porque tenho um guarda costas. Mas eu quero ser bom nisso.
 
Você foi casado uma vez e noivo outras duas. Você fará isso de novo?
 
Não, não acho que quero ter compromisso de novo. Sou um imã para vadias doidas. Sou difícil de namorar? Porra, sim. Tenho ereção todos os dias? Porra, sim. Aí vai: Coloque isso em uma camiseta.
 
Falando em casamento, Charles Manson está sendo amarrado. Você será convidado?
 
Não sei se serei convidado, e nem entendo como isso poderia acontecer. Eu tendo a ficar fora dessa coisa do Manson. Não estou zombando ele, e nem enaltecendo. Estou simplesmente estabelecendo seu lugar na história. Então, acho que vou fazer uma tatuagem agora.
 
O que você vai tatuar?
 
Será FATED, FAITHFUL, FATAL. É de uma das minhas músicas novas. Vou fazer ao redor do pescoço, estilo gangster. Só preciso achar a fonte certa para ficar super, super, extra gay - como ficaria na cadeia.
 
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05.11 @ Ozzfest Meets Knotfest
12.11 @ Ice Hall
14.11 @ Annexet
15.11 @ Hal 14
16.11 @ Sporthalle
18.11 @ Zenith
19.11 @ Tip Sport Arena
20.11 @ Gasometer
22.11 @ Pala Alpitour
23.11 @ Samsung Hall
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