Entrevista para o Times Online. Confira.

 

Um próximo e amigável Marilyn Manson, evidentemente pelo seu absinto, fala sobre perder mulheres, drogas e papel de modelos.

Inocente desacreditado que sou, não percebi imediatamente que Marilyn Manson é totalmente disperdiçado no absinto. Vejo ele bebendo, mas presumo que seja apenas para mostrar. No final, porém, quando ele está me mostrando em seu iPhone a foto de uma suástica recentemente raspada nos pelos pubianos de sua namorada, penso diferente.

“Desenhei isso,” ele diz enquanto seu acompanhantes jornalistas o acompanham do quarto, “com lápis de olho azul. Tenho que ligar para o hotel: ‘Posso ter um transferidor, por favor?’ Eram 6 da manhã. Mas você tem que, hm, linear propriamente. Sabe?”

Algo do tipo. Mas era tarde. Para agora, começamos em um quarto no Hotel Metropolitan em Londres. Manson, o auto-proclamado Anticristo Superstar e Deus da Foda e a maior razão para os Americanos ficarem assustados e não rir em silêncio, que é o que fazemos, tem um álbum para promover.

Ele não queria vir aqui comigo. Ele queria ficar na porta seguinte com aquela loira escultural, com saltos enormes e um vestido curto de lycra. Não sei quem é ela. Eu sei que ela não é a nova namorada, uma com um topiário pélvico não-convencional. Eu chequei. O rosto é diferente.

Manson estava fora ontem à noite, escadas à baixo, no bar Met. Tenho um palpite que a última noite ainda não acabou. Hoje ele está usando um óculos de sol grande, maquiagem às riscas, gloss preto e um capuz preto que ele mantém empurrando, como se fosse cabelo. Usa calça de couro e botas de plataforma preta. A janela atrás de nós continua barulhenta, e ele continua achando que é arma de fogo. Pequenos detalhes dessa tarde filtram.

“Alguém deixou uma faca no meu quarto,” ele resmunga naquela voz grave e enrolada. “Como, uma faca pequena?” Eu quase usei. Em uma mulher. Mas depois eu pensei... não. Eu não tinha uma pá e nem nada do tipo. E o aeroporto, imigração, não poderia enterrá-la na cortina do chuveiro...” Como todas as coisas horríveis que Manson diz, isso é dito com um sorriso meigo e confidente. Você ri. Há juízo aqui, a espreita através do anis nublado. Depois, ele sentirá seu lado e franze as sombrancelhas. “Eu causei... eu tenho um machucado. Vem daqui até aqui. Não sei da onde veio. Significa que eu tive uma boa noite. Perder mulheres. Intoxicado em perder mulheres.”

Manson tem sua própria linha de absinto, chamada Mansinthe. Não é o que ele está bebendo no momento. “Não bebo meu próprio absinto,” ele diz. “Eu bebo esse. É Serpis. Eu baseio o gosto do meu nesse. É como alcaçuz preto, que eu odeio pra caralho. Prove,” ele adiciona, me passando o copo. “Hmmm,” eu digo, cheirando o copo. Passo de volta.

The High End of Low é o sétimo álbum de estúdio do Manson. É engraçado, você certamente escutou algo dele, mas você nomearia alguma de suas músicas? São 15 anos desde que ele estourou na consciência do público na MTV, com seu vídeo da cover de death metal da música Sweet Dreams do Eurythmic. Lembra disso? Ele pintado de preto, andando em um porco? “Aquele porco,” ele diz, “aquele porco não queria ser montado. E eu não queria montar nele. Não tenho andado em outros porcos. Isso soa como uma declaração de ódio à mulher.”

Manson nasceu Brian Warner em Ohio em 1969, e não era, ao contrário do que todos achavam, o nerd dos Anos Incríveis. Ele foi brevemente, um jornalista de rock, antes de começar sua primeira banda, Marilyn Manson and the Spooky Kis. Ele finalmente emergiu, esses anos depois, debaixo da asa do produtor Trent Reznor, do Nine Inch Nails. O álbum de estreia, Portrait of an American Family (1994), vendeu 2 milhões e meio de cópias.

O próximo, Smells Like Children (1995), vendeu quatro milhões. O terceiro, Antichrist Superstar (1996), vendeu perto de oito milhões. Musicalmente falando, nenhum foi exatamente inovador, mas olhe por trás do bondage, Nazismo, Satanismo, fetiche pela morte e longas unhas pretas e você encontrará perfeitamente um tipo de metal industrial respeitável, talvez um pouco entre Reznor e Guns n’ Roses. Manson, ainda que, foi sobre todo o pacote.

“Não estou tentando ser algo que é simplesmente um palhaço,” ele raspa. “Eu faço o papel de vilão. Os papéis das modelos são manequins. Eu quero ser a pessoa que fode tudo.” Então ele recua. “Isso são armas?” ele diz. É a janela. Digo a ele novamente.

Britânicos, eu acho, lutam menos com Marilyn Manson. Ele é todo-Americano em todo seu jeito, e nós não vemos as referências. Mais crucialmente, nós não achamos que ele realmente signifique isso. “Esse sempre foi o país mais cínico e calculante,” ele diz, “E é o país que mais quero impressionar. Todos meus heróis são Britânicos, se é Aleister Crowley ou Bowie. Todas as melhores artes vem da sua ilha perdida. E isso me deixa louco.”

Só porque não entendemos, não quer dizer que não há nada para entender. Na América, Manson continua sendo um garoto propaganda do desafeto. Uma quinzena atrás, Justin Doucet, um estudante na Louisiana forçou um professor a dizer “Salve Marilyn Manson” antes de atirar nele e então se matar. Manson traz as coisas para ele. “O que eu digo?” ele diz. “Agradecer por contratarem o garoto para promover o disco? Não! Está fodido. Eu não diria isso. Mas vou ser culpado por isso.”

Dez anos atrás, quando Dylan Klebold e Eric Harris mataram 12 estudantes e um professor no massacre do Colégio Columbine em Colorado, foi rapidamente dito que ambos eram fãs de Manson. Dois anos depois, quando ele tocou na capital do estado, Denver, ele ainda era recebido com ameaças de morte. “Eu tinha algo em torno de 30 policiais me escoltando para o palco,” ele diz. “Todos me diziam para eu não fazer isso. Minha namorada, meus amigos. Eu tive minha mãe no telefone, Hunter S. Thompson ‘Vá foder eles! Venha para minha casa! Eu tenho um tanque!’ E no palco, a todo momento, eu pensei que fosse a última coisa que eu faria.”

Quinze minutos antes de ele ser entrevistado pelo produtor de filmes Michael Morte. “Boning for Concubines,” (Desossa para Concubinas) diz Manson agora, querendo dizer Bowling for Columbine, (Tiros em Columbine) o documentário do Michael Moore sobre controle de armas. Para a surpresa de quase todos, Manson veio através de uma voz lúcida e calma, discutir os problemas da sociedade que celebraram a guerra e consumo. Quando Moore perguntou a ele o que ele diria aos assassinos, Manson respondeu que não diria nada. “Eu escutaria o que eles têm a dizer,” ele disse. “E isso foi o que ninguém fez.”
“Eu não gosto daquele filme,” ele diz agora. “Mas eu gosto do fato de que abriu uma janela para mim, as pessoas vem até mim para dizerem, ‘Ah nossa, você é inteligente.’ Porque eles me viram  no filme e puderam formar duas sentenças. E semana passada... você ouviu isso? São foguetes?”

Janela, digo a ele. “Ah sim,” ele diz, e continua. Doucet, o estudante, está em coma agora. “E claro,” Manson diz, “Ele tinha 15 anos. Porque esse é o meu número. Marilyn Manson, 15. Brian Hugh Warner, 15. Olhe.” Ele puxa sua camiseta para baixo e há, embaixo de seu pescoço, o número 15 tatuado. Por quê? Deus sabe. Eu pergunto. Ele apenas diz “15” novamente, e eu conto as letras em “Marilyn Manson”. Isso é quando eu pergunto a ele quanto absinto ele tomou hoje. Ele responde com um diagrama, desenhado no meu caderno. É um retângulo colorido. “É o copo?” eu pergunto, “Ou uma garrafa” “É a vida,” ele diz.

Marilyn Manson não tem 15 anos. Ele fez 40 em Janeiro. Parece um pouco diferente, essa coisa de senhor da insegurança gótica quando você faz 40 anos, não é? “A parte dos 40 não importa,” ele diz, parecendo um pouco aborrecido. “Deus decidiu me abandonar, então me tornei um vampiro, vendi minha alma ao Demônio e foda-se, boa sorte para o resto de vocês.”

Ele não está ficando brando enquanto envelhece, absolutamente, e ele ainda usa drogras sempre quando pode “Aprendi uma nova lição,” ele diz. “Use drogas e beba quando você está de bom humor, não com mal humor. E você ficará mais feliz.” Esse fracasso para se acalmar, dizem que teve muito a ver com sua separação em 2006, da artista burlesca Dita Von Teese.

Eles foram à júri, famosamente, pela custódia de seus três gatos. “Eu há vi faz dois dias,” ele diz. “Em um bar. E eu estava tipo, ‘Hey, você é minha ex-mulher!’ E ficamos bem. Então foi legal.” E quem ficou com os gatos no final? “Ela pegou os machos. Eu fiquei com a fêmea.” Ele pausa. “Você sabia que se você disser ‘no final’ infere a sexo anal?”

Não, eu digo, e pergunto se ele tem uma namorada no momento. “Não,” ele diz, e pensa. “Sim,” ele diz, “Mas estou solteiro.” Depois de Von Teese, ele esteve envolvido com a atriz Evan Rachel Wood, mas não é sobre o que ele quer falar. Isso é quando ele começa a caçar a foto da suástica. Ele não quer me dizer o nome dela em voz alta, mas ele escreve no meu caderno. Stoya. Depois pesquiso sobre ela no Google. Ela é uma atriz pornô Escocesa de 22 anos.

Ele é legal de conversar, Marilyn Manson, absinto ou não. Mas não acho que o Anticristo Superstar e Deus da Foda está particularmente em um bom lugar agora. Talvez em um pânico existencial. O cadáver de batom preto está ficando velho. Ele deve saber disso. Quem usa plataforma preta em 2009? E também, continuo pensando sobre a suástica. Em um empurrão, posso ver como um certo tipo de cara talvez ache isso excitante. Mas aos 40 anos? Ainda? Spunho que ele ainda ache, e sempre achou. Pobre cara.

The High End of Low foi lançado pela Polydor. Manson toca no Download Festival, Donington Park, Derby, dia 13 de Junho.

 


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Manson foi entrevistado pelo site Mirror e confessa que já chorou depois que seu agente da tour negou drogas para ele. Confira abaixo a entrevista completa.

 

Na suíte de um hotel no alto do exclusivo Park Lane em Londres, Marilyn Manson está alegre.

Na entrada, os jornalistas que continuam esperando para falar com ele, estão ficando cada vez mais aborrecidos.

Ainda sim, uma escritora eventualmente admitiu que em em seu interior, ele é bem acolhedor.

Três horas depois do horário marcado, Manson aparece na recepção, um cara alto com botas de ciclista, rosto bem maquiado, sorrindo por baixo de um capuz com zíper.

“Vocês têm certeza que querem dar uma volta no carro?” ele diz, enquanto dá um gole em uma bebida estranhamente colorida.

“Poderia ser bem perigoso”

Jogo a cautela ao vento e, depois que Manson tirou fotos com alguns fãs do lado de fora do hotel, andamos de carro por Londres.

Seu último álbum The High End of Low mostra Manson voltando das cinzas do relacionamento com a jovem atriz Evan Rachel Wood e ex-mulher Dita Von Teese.

Quando perguntei se ele está inconsolável diante desses relacionamentos, ele olha para mim e diz “Não – carteira quebrada.”

Originalmente um jornalista conhecido por sua mãe como Brian Warner, ele já vendeu 44 milhões de cópias desde que surgiu do Sul da Flórida no começo dos anos 90 e se re-batizou como Marilyn Manson.

Fora sua persona musical, Manson escreveu uma autobiografia altamente interessante e também é pintor e ator.

“Estou atuando agora,” ele sorri. “Atuando um otário.
Tudo é atuação. O novo CD é bem centrado em torno de filmes. Eu digo nele, ‘quero te matar como eles fazem nos filmes’.
Estou dirigindo, atuando ou assistindo? Quem se importa. O ponto é que a vida para mim não é do mesmo modo que é para qualquer outra pessoa. Eu tenho uma máquina de fumaça e luzes de cinema no meu quarto.”

Apesar da persona ‘shock horror’, Brian é um filho obediente para seus pais, e seu pai pode vez ou outra ser encontrado assinando seios de fãs nos shows do Manson.

“Meu pai ama o que eu faço e eu ajudo meus pais financeiramente porque eles não têm um trabalho que lhes dê pensão,” ele diz.

“É uma relação muito boa, apesar de ser difícil de entender como se relacionar com seus pais.”

“Eu paguei uma dança para o meu pai uma vez, no bar Crazy Horse em Fort Lauderdale. Mas eu tive que desviar o olhar. Evitei olhar.”

“Quando você chorou pela última vez?”

“Por volta de duas horas. Steve [seu agente de turnê] não quis me dar nenhuma droga.
Meus olhos ficaram marejados. Depois ele me perguntou se eu estava bem! Ridículo. Deveria ser ‘Aqui está o espelho – e agora, você está bem?”

A ingestão de álcool do Manson parece preencher o vazio das drogas. Ele declaradamente toma absinto no café da manhã, então ele é um alcoólatra?

“Não de acordo com as estatísticas que li,” ele responde. “Fui a um encontro de Alcoólicos Anônimos e me pediram um autógrafo. Fiquei puto.
Acho que você deveria estar apto a ir lá usando uma máscara e dizer ‘sou um alcoólatra, sou anônimo’ Esse é um real alcoólatra.
Eles me disseram que a definição de um alcoólatra é alguém que bebe, deixa sua vida em parafusos, sabe disso, mas continua fazendo. Bem, eu deixei minha em parafusos antes de beber!”

O carro fica devagar no tráfego e duas interessantes garotas italianas e um cara aparecem.

Manson abaixa a janela para fazer alguns gestos brutos para eles.

Em retorno, o cara quase joga seu cigarro aceso diante da janela do carro.

Manson achou engraçado e quem passava também.

Sem dúvida ele é um grande animador.

Manson toca no Download Festival em Castle Donington, dia 13 de Junho.

 


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É possível ver nos 0:55 segundos do vídeo o incidente com o Ginger. Manson arremessa o microfone contra a bateria e a música para na hora. Então começa The Beautiful People e ao final da música, Twiggy começa a cantar e Manson toca guitarra.

 


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Manson participará de um futuro episódio do programa Pocket TV, programa de entretenimento recentemente lançado pela Sony Ericsson.

Fonte: @MansonNews

 


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O novo álbum da banda, The High End of Low, atingiu o 4º lugar no top 10 da Billboard, vendendo 49,000 cópias nos Estados Unidos, na primeira semana de venda.

Leia o artigo inteiro (em inglês) aqui.

Fonte: MansonUsa

 


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