Dessa vez foi o site TheQuietus que fez uma review para o álbum. Leia abaixo as observações de cada faixa do The High End of Low.

Devour
Inesperadamente uma intro leve! Isso é uma guitarra acústica ou um bandolim antes do Manson começar a cantar? Depois de alguns minutos, a faixa começa propriamente com alguns bons vocais distorcidos diante de baterias pesadas como se o Manson deixasse perder seu vocal semi-gritado e semi-cantado. Ele canta sobre amor – ele está ficando leve nas letras?

‘Pretty as a ($)'
‘Pretty as a ($)’ é durona desde o começo. “Take me down from the inside...” Manson grita. Há algumas ótimas mudanças de ritmo que você pode ver um mosh pit em ação. O álbum já está bom, embora as primeiras duas músicas mostrem menos das dinâmicas que às vezes realçam seu trabalho. Isso é Manson sujo e descoberto. Há menção de suásticas. A feiúra da humanidade ainda é uma fascinação para o cantor, cujo sempre tem refletido a feiúra da escravidão da mídia neles mesmos. É um truque simples, mas efetivo, e Manson joga o jogo muito bem, sempre conquistando o domínio. A faixa é um desprezo de primeira qualidade, fugindo antes do colapso a um baixo estranho e estrondoso que fecha a música.

Leave a Scar

Um breve riff industrial pula enquanto o ritmo é alterado. Não há reais surpresas no álbum, mas é sempre um alívio quando um artista como Manson se mantém dark. “You’re not afraid of getting hurt, then I’m not afraid of how much I hurt you” ele entona com dicas de S&M ou crueldade emocional. “What ever doesn’t kill you, is gonna leave a scar” ele zomba naquele grito que é sua marca registrada. Essa poderia ser o single, mas eu imagino aqueles covardes nas... er, rádios “alternativas” voltando do coração das trevas que Manson ocupa – as fronteiras deles são definidas pelo Coldplay e não atos como os do Manson.

Four Rusted Horses
Caído mais por algum acústico descoberto antes da batida aparecer com algumas poesias de sarjeta: “Everyone will come to my funeral to make sure that I stay dead” Por alguma razão estou pegando um alerta do The Doors aqui e faz você perceber que Manson ocupa aquele mesmo espaço que foi mantido por Morrison no final dos anos 60. Eles eram cobertos de couro lidando com um romance de veludo vermelho e a viagem de sexo e morte. The Doors inventaram isso muito bem, e há vários ocupadores no trono desde então. Em seus melhores, como Manson, eles jogam o jogo de provocar as autoridades com um suporte, depois batendo com uma inteligência hábil e um juízo inesperado.

Arma-Goddamn-Mutherfuckin-Geddon
Manson clássico, do groove dançante ao vocal embaralhado, o refrão matador, a sujeira, o encardido e a imundice. ‘Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon’ é um dos grooves simples que ele faz muito bem. A música menciona a palava ‘fuck’ várias vezes e tem o mesmo glam rock (como a banda Glitter com grooves fortes) que ‘Disposable Teens’. Também tem a descendente avalanche de um refrão, essa deveria ser o single. Tem um pouco de estranheza no meio, onde sua cabeça explode. A música parece ser o Manson cantando sobre sua alma obscura e depressão. Essa estaria no top 10 se ele não dissesse “fuck” tantas vezes! Música top com glam, baterias de Adam Ant no meio e “Hey’s” no refrão... mas o glam rock sempre teve um coração obscuro. Por que essa não é a primeira faixa do álbum? A afiação presunçosa realmente iria mudar o humor.

Blank and White

Eu estava esperando pela palavra “apocalipse”, e ela finalmente aparece em ‘Blank and White’. Um riff de blues corre com uma ferradura por baixo. Há um mundo cansado na música que talvez sugira que seja sobre a inanidade de estar na estrada, como o autor canta sobre “adolescentes estúpidas” e “venda seu ódio” em um ótimo refrão cante-junto que sublinha o cinismo da música.

Running to the Edge of the World
Nossa, um alerta de ataque. Uma guitarra acústica é dedilhada gentilmente enquanto Manson canta em tom monótono no topo. É uma grande balada de rock, mas claro, tem a essência obscura e chamuscada. Há um bocado de Bowie aqui, o filho mais novo do Bowie dos anos 70 fora-do-espaço que dominou aquela década. A improvável grande balada de rock desvia de um hit? O segundo single do álbum. Ele até canta em falsete no meio, mas ainda é sobre morte e destruição. A mudança bizarra no estilo faz essa uma das improváveis luzes do álbum.

I Want to Kill You Like They Do in the Movies
O épico de nove minutos que funciona como uma nova expansão sonora. Soa como se tivessem dois baixos em um, para todos aqueles que acreditam que o baixo é o melhor dos instrumentos, faça disso um prazer. ‘I Want to Kill You Like They Do in the Movies’ é um exercício atmosférico com muito espaço. O vocal do Manson retranca em torno do éter em uma estranha reverberação. Isso me leva ao começo dos anos 80, da estranha mistura do gótico com o pós-punk – um período escrito fora da história com os pós-punks tendo toda a atenção. As igualmente bandas góticas experimentais como Killing Joke ou Bauhaus criaram igualmente sônicos bizarros. Ainda que eles fossem omitidos porque eles eram atraentes, usavam maquiagem e as garotas queriam foder com eles. Estou cansado de re-escrever a trilha sonora da minha juventude! O final da música é um ótimo groove de baixo, uma daquelas três notas explode enquanto Manson grita sobre se matar repetidamente. Hipnotizante.

WOW
Algumas triturações industriais e barulhos pesados... umas palmas de Iggy em Berlin... estamos agora em algum território industrial assustador. Isso é bem Iggy: Iggy quando ele desviou e virou industrial no The Idiot, ‘WOW’ escorre decadência, Bowie e Iggy em Berlin brincando de neve com o Kraftwerk. Me pergunto quem escuta aos álbuns do Marilyn Manson agora? Ainda embala as crianças que brincam nos parques do centro da cidade? Ele está muito velho para eles? Ele é bom o suficiente? Ele está bem experimental e toma riscos em ‘WOW’. Ele se moveu muito rápido de seu mundo ou ele ainda engancha na insegurança dos adolescentes aos 40 anos?

Wight Spider
‘Wight Spider’ caminha com uma linha de baixo que soa como se fosse borrada do Viking Peter Hook. Claro que Joy Division contestavelmente estabelece o precedente de gótico por si mesmo, atualizando o template do The Doors dentro do apocalipse pós-punk. Marilyn Manson embala com a linha de baixo sinuosa dentro de um melodrama gritado e ácido.

Unkillable Monster
As camadas de barulho são descobertas debaixo de um groove de bateria e um correto arpejo para ‘Unkillable Monster’. Há muita dor pessoal indo através dessa música de amor estragado. Soa como se o tatuado tivesse um pouco de coração partido, esse é um tipo de verso/refrão pesado como o Rammstein tem feito em seus últimos álbuns. É uma montagem de link como Rammstein, que são talvez os companheiros de viagem mais próximos de Manson. Ambos enchem estádios com seus hinos malevolentes, espirituosos e astutos. Rammstein lança um álbum no Outuno. Poderia ser um dos melhores lançamentos como uma banda alemã, que atualmente está no topo.

We're from America
É um ótimo título e você sabe que o altão está procurando por problemas. Uma estranha bateria industrial reverberada começa antes da música entrar: “We’re from America/Where we eat out young/It’s where Jesus was born/Where they let you cum on their faces!” Esse é o Manson em seu melhor e engraçado, energético colocando o sonho Americano para baixo. Esse é o espelho que segurou tudo que é feio sobre sua nação natal. Talvez o melhor momento do álbum, essa será boa nas casas noturnas de rock para os próximos anos...

I Have to Look Up Just to See Hell
Claro, todos nós sabemos, Manson é o anticristo, então não tem surpresa de escutar ele cantando um título como esse. Outra viagem infestada de vermes, indo através da melancolia.

Into the Fire
Outra balada dramática. ‘Into the Fire’ começa com um piano! Uma orquestra. É como a ‘Imagine’ do Manson, mas não te embala em um falso sentido de segurança – ainda aumenta as nuvens de escuridão, e tudo soa como deveria ser a calçadeira dentro da próxima obra-prima de terror gótico do Tim Burton. Há algo dos anos 70 na música – possivelmente uma dica do grande Mott the Hoople quando Ian Hunter cantou suas baladas. Manson sempre tem enganchado dentro de seu glam rock e há uma série de referências a isso neste álbum.

15
Preste atenção neste riff descendente de ‘Dear Prudence’, que tornou-se uma favorita dos góticos depois que Siouxie reconstituiu-a para seu maior hit. Essa tem um tipo de viagem esperta dentro do coração das trevas que o Manson explorou em seu melhor. ‘15’ disparata com seu próprio ódio apático.

Foi postado no MansonUsa uma nova foto do baixista Twiggy Ramirez.

O MySpace oficial da banda atualizou a página com mais uma foto. Segundo a legenda, trata-se de um frame do clipe de Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon! A foto pode ser vista abaixo:



(Clique para ampliar)
 

E também adicionamos todas as letras e traduções das faixas do The High End of Low que já estão disponíveis no aplicativo do Facebook que o site TheHighEndofLow.co.uk divulgou em seu site. Para ler, clique aqui e escolha qualquer música da tracklist!

A produtra DDK irá fazer um especial do Manson neste sábado para o lançamento do The High End of Low no Rio de Janeiro!

Abaixo um resumo do que vai rolar na festa:

- Lançamento oficial e sorteio de exemplares do álbum 'The High End of Low'

- Dj Eduardo Maia fazendo um 'best of' de toda a carreira do Marilyn Manson!

- Exibição de clips e trechos de shows do M.M durante o especial!

Para mais informações sobre esta edição da DDK que contará com 3 pistas de dança, 10 djs, sorteios, cinema de verdade e muito mais, acesse: ddklub.com | Comunidade no Orkut | Fotolog

- Censura: 18 Anos
- Apoio: Universal Music | Ediouro

O fã-site italiano MisterManson.com fez uma entrevista exclusiva com o tecladista da banda, Chris Vrenna. A tradução você pode conferir abaixo:

 

MisterManson.com: Você conhece o Manson há muitos anos, e desde os primeiros álbuns você vem colaborando na produção. Depois de um longo tempo, como foi produzir um CD do Manson novamente?

Chris Vrenna: Bem, Manson, Twiggy e eu nos conhecemos há mais de 15 anos, então foi mais do que um bando de velhos amigos fazendo música juntos. E eu acho que isso é visível no novo álbum.

MisterManson.com: Você teve uma breve experiência como baterista ao vivo com a banda. Como você se sente estando de volta como um membro fixo?

Chris Vrenna: É MUITO estranho como eu acabei chegando na banda. Ginger caiu de um palco MUITO alto e se machucou bem antes da turnê dos Greatest Hits em 2004. Manson me chamou pra preencher o lugar e eu nunca mais saí. Claro que o Ginger voltou na bateria e agora eu toco teclado ao vivo.

MisterManson.com: Por favor, conte-nos sobre o novo álbum. É uma mudança radical no som? É realmente muito perto do som do “Antichrist Svperstar”? E desde que você colaborou com eles, como você vê a maturidade do Marilyn Manson como uma banda?

Chris Vrenna: Bem, eu não quero falar muito antes do álbum sair, mas eu estou muito orgulhoso. É difícil descrever... Acho que há elementos “clássicos” do Manson, mas também muito “experimentado”. Acho que é um dos melhores CDs que a banda já fez. E novamente, foi legal escrever e gravar com amigos de verdade. Acho que nossa animação mostra isso.

MisterManson.com: No passado você trabalhou com famosos artistas internacionais, e fez parte da cena musical. Como você vê a cena musical hoje em dia?

Chris Vrenna: A cena musicial está ruim nos EUA. Reality shows como “American Idol” tem tirado a real arte da música e dado o vencedor quem canta e fica bem em roupas de designers. E então nós também temos a cena “jovem” como o Jonas Brothers e o fato de que a MTV não PASSA mais clipes… Mas o marketing da música tem libertado os VERDADEIROS artistas a escrever mais e procurar novos escoamentos para os fãs. Acho que a música está realmente num lugar melhor para nós, artistas.

MisterManson.com:
No uso mundial da internet hoje, algumas músicas estão disponíveis na internet antes de elas serem lançadas. O que você acha disso?

Chris Vrenna: Bem, eu tenho que dizer que ODEIO roubo de música em qualquer forma. Se uma banda escolhe colocar faixas online, isso é ótimo. Nós fizemos isso com “We’re from America” para o CD novo. MAS, baixar músicas sem autorização é o mesmo que andar em uma loja de CD local e roubar o CD! Acho que os fãs de verdade sabem que NORMALMENTE músicas encontradas online antes do álbum sair são mixagens antigas e terão que esperar para escutar a música do modo que o artista destina.
Então… NÃO ROUBE MÚSICA! VOCÊ ROUBARIA UM PAR DE JEANS, UM LIVRO OU DVD? ENTÃO NÃO FAÇA ISSO COM MÚSICA, POR FAVOR!

MisterManson.com: Graças ao seu perfil no Facebook seus fãs podem se contatar diretamente com você. O que você acha sobre os sites de relacionamento para trazer mais fãs perto de seus ídolos?

Chris Vrenna: Eu gosto de estar apto a falar com meus fãs, mas isso também pode ser perigoso. Todos online precisam respeitar a privacidade dos outros, quem quer que eles sejam. Eu NÃO estou no Twitter… nunca estarei! Quem se importa com o que estou fazendo agora? E acho que pessoas que usam ‘Twitter’ ou atualizam constantemente o Facebook tem muito tempo livre ou estão fazendo isso por razões egoístas. E não vamos nos esquecer dos impostores por aí. Eu tenho um impostor no Twitter querendo ser eu e dizendo as coisas mais idiotas. Ele tem MEU nome e usa uma foto minha, então seu ‘perfil’ parece legítimo. Eu tive que expulsá-lo por isso. Adoro fazer novos amigos e adoro conhecer fãs, mas eu sou antiquado e prefiro fazer isso pessoalmente ou nos meus perfis online legítimos.

MisterManson.com:
Há poucos dias, uma música do album “The High End of Low” foi disponível gratuitamente no site oficial. Você pode nos dizer porque a banda decidiu fazer isso, sendo muito agradecida pelos fãs?

Chris Vrenna: Manson sempre apreciou seus fãs. Este é simplesmente outro modo, e nós estamos animados para os fãs escutarem as músicas novas.

MisterManson.com: ‘We’re from America’ é uma dura crítica à presente sociedade Americana. A Administração de Obama parece estar disposta a remediar a desastrosa situação global que estamos, também por causa da antiga Administração do Bush. Entretanto, muitas das promessas que o novo presidente fez, não foram realizadas: Elas parecem ter sido apenas propagandas. Qual sua opinião sobre isso?

Chris Vrenna: Whoa… Ok, você tocou um nervo comigo. Manson pode (e sempre fez) falar por si mesmo. Mas eu votei em TODAS as eleições nos EUA desde que tive idade para fazer isso e eu acredito que é nossa obrigação como cidadão. Nós estamos em turnê fora dos EUA por muitos, muitos meses do ano. Foi triste ver o mundo através de nós por causa das mentiras do Bush e a “guerra”.
Obama deu a todos aqui nos EUA e eu acredito que no mundo, um novo otimismo. SIM, ele tem muito o que tentar e fixar aqui, então você NÃO pode ser rápido para fazer um julgamento. São 3 meses. Clinton nos deixou com um enorme excedente orçamental nos EUA que Bush arruinou em uma mentira. Como um Americano, eu sinto um alívio que há alguém no poder que entende as pessoas, é honesto e quer REALMENTE fixar as coisas. Nós só precisamos de um Presidente que QUEIRA fixar isso.

MisterManson.com: Como foi trabalhar com Marilyn Manson e Twiggy Ramirez, finalmente juntos depois de vários anos, no album “The High End of Low”? Você pode nos comentar algo sobre os momentos que você compartilhou com eles gravando o álbum?

Chris Vrenna: Foi a melhor experiência que eu tive gravando um album. Eles são meus irmãos.

MisterManson.com: Você trabalhou com várias grandes personalidades da música. Qual é a memória mais importante que você tem na sua carreira como músico?

Chris Vrenna: Bem…Eu tenho várias, que me humilham todo dia… Esse novo album com Manson e Twiggy, Woodstock com o Nine Inch Nails, ganhar um Grammy, trabalhar com o U2, ver o mundo… há várias. Mas eu direi, bandas são irmãos… e Manson e Twiggy são meus irmãos e esse novo album e turnê significam mais para mim do que qualquer coisa.

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05.11 @ Ozzfest Meets Knotfest
12.11 @ Ice Hall
14.11 @ Annexet
15.11 @ Hal 14
16.11 @ Sporthalle
18.11 @ Zenith
19.11 @ Tip Sport Arena
20.11 @ Gasometer
22.11 @ Pala Alpitour
23.11 @ Samsung Hall
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SAY10We Know Where You Fucking LiveMarilyn Manson - Prêmio de Ícone pela Alternative Press (2016) Third Day of a Seven Day BingeThe Mephistopheles of Los AngelesManson fala sobre o ”The Pale Emperor” (2015)


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