De acordo com o site The Fader, o rapper Gucci Mane e o Manson gravam uma música juntos, intitulada Fancy Bitch. A música foi gravada no dia 14 de Março. Os dois ficaram no estúdio até as 6am e o Manson escreveu o refrão e cantou um verso com o Mane. Ainda não se sabe quando a música será lançada.

Fonte: Provider Module

Manson deu uma entrevista para o site Phoenix News Times e fala sobre vários assuntos, incluindo o Phantasmagoria, o livro do Holy Wood e algumas músicas de seu catálogo. Confira a tradução:

Ame-o ou odeie-o, temos de encarar: Marilyn Manson é o último grande rockstar vivo. Outros astros e outras bandas vendem mais discos hoje em dia, mas ele previu alguma coisa no Mechanical Animals de 1998 quando ele escreveu Rock is Dead, porque o gênero está com uma séria necessidade de reinventar-se. Para o melhor ou pior, Manson ainda é imprevisível - às vezes ele mal consegue sobreviver aos shows e em algumas noites os shows são absolutamente ruins. Outras noites mostram que ainda existem relances de qualidade, e é isso que os fãs estarão esperando esta noite, já que ele toca em um show intimista no Marquee Theatre. Entrevistar o Manson é uma história totalmente diferente - e às vezes complicada.

Mas se você consegue ultrapassar as barreiras - e seus monólogos - e o faz falar sobre a música que o transformou de Brian Warner a Marilyn Manson, ele é encantador, espirituoso, inapropriado, e tudo o que você quer em um rockstar.

Marilyn Manson irá tocar no Marquee Theatre em Tempe na Quinta-Feira, dia 30.

Você está na capital da metanfetamina. Acabei de usar uma droga medicinal que vocês chamam de maconha. Nunca fumei baseado quando jovem, mas agora eu fumo - e agora isso é música e soa diferente. Tenho conhecido muita gente diferente e elas têm tido um efeito na minha vida.

Gosto de fumar e sair com os rappers gangsta e o público do hip hop. Terminei uma música ontem à noite com um cara que produz e escreve a maioria das músicas do Chris Brown, e eu conheci o coreográfo e perguntei se ele ensinou o Chris Brown a bater, o que foi uma conversa interessante. Então eu comecei a queimar uns -- então aí vai, esse é o novo Marilyn Manson.

Mas escrevi e finalizei uma música noite passada que tem um pouco da vibe do Prince, mas eu fiz várias outras músicas que tem um pouco da vibe do Revolting Cocks. Meu amigo Roger Avary e eu estivemos saindo muito e ele me perguntou sobre o meu script do Phantasmagoria, sobre Lewis Carroll ficando louco. Eu meio que enlouqueci quando estava escrevendo e é por isso que o filme ainda não foi feito. Ele me encorajou a ir em frente e fazê-lo e eu fiz, e foi muito libertador porque eu estava com medo e eu meio que coloquei-o de lado. E aquilo me deixou começar a juntar as coisas e lançar o livro do Holy Wood e transformá-lo em uma minissérie e ficar pronto para a turnê com o Alice Cooper. Como isso tem relação com a maconha é irrelevante.

Tenho que te cortar porque como eu disse antes, se eu deixar você falar, você irá, literalmente, entrevistar você mesmo.

(Risos) meu monólogo.

Você bebe cerveja em lata no palco.

É ruim. A única coisa que me mantém sóbrio é fumar baseado, porque eu beber absinto e fumar me faz não querer beber muito. Deixo minhas bebidas espalhadas pelos lugares e esqueço onde as deixei, então eu nunca termino.

Só bebo cerveja porque é ruim e é bom ter uma em mãos quando você quer parecer másculo em volta de outros homens barbudos numa turnê tipo o Mayhem. Uma garrafa de cerveja é sempre melhor, porque você pode usá-la numa situação de briga - o que não é muito bom, porque foi isso que aconteceu com o cara que eu conheci por pouco tempo, o Gucci Mane. Ele queria que eu fizesse um vídeo para uma música, então eu quase levei um tiro ontem à noite quando estávamos gravando nesse estúdio em particular. Estou aqui, consegui e eu gosto de viver no limite.

Vamos aos negócios, estou interessados em câmeras e rock n' roll.

Sempre fotografei meus quadros por causa da pintura no chão - tenho que fotografá-los para pegar a profundidade do quaro, e foi assim que comecei. Então eu fotografaria pessoas que quero pintar, e, sabe, as fotografias foram inventadas originalmente para fotografar os mortos... Meu roteiro sobre o Lewis Carroll é fortemente sobre sua fotografia, e ele realmente foi um dos primeiros fotógrafos.

O que eu realmente gosto em ser um fotógrafo é que você consegue fazer com que as garotas fiquem nuas. Sempre disse que há uma combinação na fotografia - é sobre circunstância, e isso é 50 por cento disso, e conhecendo o talento, e tendo um senso de luz e um senso do alvo ou proporção. Conhecendo as matemáticas da química para criar algo forte e a pessoa que você está fotografando. Um fotógrafo como o Mick Rock tem todas aquelas fotos maravilhosas e históricas do Bowie e todas aquelas pessoas diferentes, mas metade da beleza daquilo é que o fotógrafo tem que estar apto a ter intimidade com o assunto.

A diferença hoje em dia é que os fotógrafos não tem esse tipo de acesso aos artistas para tirar esses tipos de fotos.

Talvez você tenha acabado de abrir uma porta para isso.

Você estará no Marquee Theatre aqui em Tempe antes de você começar sua turnê com o Alice Cooper.

Sim, e é bom deixar dito que nessa turnê nós tocaremos apenas singles e abriremos com a Angel With the Scabbed Wings. Acho que a primeira música em um disco deveria sempre ser o single, porque é a primeira coisa que você quer as pessoas ouçam.

Estou em uma posição agora onde eu posso fazer as coisas de um jeito diferente, e eu também acredito que as pessoas têm um desejo pelo que não está sendo dado à elas, e é por isso que eu quero mudar musicalmente após essa turnê e é por isso que estou experimentando com pessoas diferentes.

Fiz uma lista das minhas músicas favoritas do Marilyn Manson e quero que você fale sobre algumas delas.

Claro.

Vamos começar com a Long Hard Road Out of Hell e a tensão de trabalhar com o Sneaker Pimps para a trilha sonora do Spawn.

Interessante. Amo muito essa música e ela foi escrita antes de eu conhecê-los. Só queria uma garota para fazer backing vocal e então o disco virou essa coisa de colaborações, e isso foi coisa da gravadora ou quem quer que estivesse lançando o disco na época.

A música não foi escrita necessariamente pro Spwan. Foi escrita enquanto estávamos em turnê e foi uma das músicas que eu escrevi e muda o jeito de cantar e escrever da pessoa ao mesmo tempo, o ritmo do seu vocal. O guitarrista do Sneaker Pimps tinha machucado o prepúcio e me falou sobre isso, o que é uma coisa estúpida pra caralho de se fazer, porque a primeira coisa que eu fiz foi bater no pau dele, e tenho certeza que isso provavelmente gerou uma tensão na sala. A música em si é uma das minhas favoritas e eu lembro de fazer o vídeo no local onde o RFK foi baleado. Gosto porque uma parte é sexy e a outra parte é obscura.

Disassociative está na lista porque acho que é a mais melódica do seu catálogo.

Amo essa música, e á minha favorita do Mechanical Animals. A história por trás dela é que quando o Twiggy e eu estávamos morando juntos em Hollywood Hills e eu estava com a Rose McGowan, ela colocou a mão no bolso e encontrou um pequeno pacote enquanto íamos ao The Rainbow, que eu nunca vou.

Não era cocaína, era special k, que é uma droga disassociativa, onde seu corpo e sua mente param de trabalhar juntos. Então, sem saber, estou andando na calçada e não tenho controle sob minhas pernas - meu cérebro ainda estava funcionando, então meu então empresário/segurança me levou de volta pra casa. Daí eu tive a ideia mais retardada de ir até a piscina. Eu provavelmente teria me afogado, mas comecei a perder o efeito.

Acordei na manhã seguinte e tinha a letra toda. Acho que sonhei com ela. A música tem uma coisa melancólica/de coração partido. Uma coisa sobre esse disco e música em geral é que aquelas músicas são sobre um romance imaginário. Foi realmente mudar minha personalidade em algo diferente. Você ficaria surpreso de que mudando seu corte de cabelo e a forma de se vestir e seu ambiente, mudaria seu jeito de escrever e eu fiz isso. E às vezes usar a drogada errada ajuda (risos).

Little Horn está na lista porque é a mais pesada do Antichrist Svperstar.

Aí está! A música veio da onde estávamos em New Orleans e estávamos fazendo muita coisa estranha e usando muita droga e, tipo, ficar acordados durante uma semana, e quando eu fui dormir, eu dormi nesse apartamento super imundo.

Parecia que uma TJ Maxx tinha explodido, e o Twiggy não sabia como guardar suas roupas, havia ratos e tal, e nós dormíamos no escuro e num puta frio. Tive um sonho lúcido sobre uma experiência horrível com o fim do mundo e boates de strip e algo que é tipo o The Walking Dead.

Então eram boates de strip e mulher em gaiolas que eu tive que colocar para elas não morderem o meu pau e foi um sonho vívido. De quando eu estava na escola Cristã eu devo ter lembrado da Little Horn, aquele som veio automaticamente. As partes ritmicas são bem estranhas; quando tocamos-a, fico muito confiante de estar no tempo certo, por causa da virada doida da bateria.

Você se dá conta de que no ano que vem o Portrait of an American Family e a Get Your Gunn completam 20 anos?

Essa é a minha música favorita do disco e foi uma combinação de 'get your gun' e Dr. David Gunn quando eu estava na Flórida. Não fiquei horrorizado, porque eu finjo ter certas emoções às vezes, mas eu tenho crenças, morais - e talvez 'horrorizado' seja a palavra errada. Eu fiquei puto com a ironia de alguém matar um médico que faz abortos porque eles eram pró-vida. Quase me fez rir, mas fiquei puto. Quando você pensa nisso, é muito retrógrado, apesar de toda a crença Cristã de amar teu inimigo e tal.

Lembro quando eu escrevi o restante da música, eu costumava dirigir por aí quando tirei minha carta, e eu sempre via esses protestos sobre o aborto e tinha um cara velho, e ele estava puto com tudo, e ele parecia que estava no leito de morte, então não sei porque ele se importava com o pró-vida porque ele estaria morto antes da criança nascer, de qualquer maneira.

Tinha uma coisa que eu comprei uma loja de mágica na Flórida que soltava fogo de algodão da sua palma da mão e eu fui até ele um dia e disse: "O demônio tem uma mensagem pra você" e soltei a bola de fogo nele; ele correu. O cara tem uma grande história para contar à igreja: O demônio existe e eu o acabei de ver, ele está em um Pontiac Fiero vermelho.

Estranhamente, quando eu estava escrevendo essa música, eu sampleei um áudio de um cara atirando em si mesmo na televisão (R. Budd Dwyer) ao mesmo tempo que o Rich Patrick do Nine Inch Nails - ele estava lá quando eu fiz isso e ele escreveu Hey Man, Nice Shot sobre a mesma coisa.

Ele achou que seria muito legal quando ele estava lá e me ouviu tocar; ele não teria nem ouvido se eu não tivesse feito isso. Por isso não gosto muito dele, ele me irrita.

This is the New Shit é uma grande faixa do The Golden Age of Grotesque.

Essa foi a primeira música que foi escrita para o disco e eu lembro de ter tocado o riff da guitarra direto de um console Neve. Estava fascinado pelos ritmos, batidas e coisas assim no rap e como atrai algo que muitas pessoas gostam... Valeu a pena tentar focar em fazer as batidas primeiro, criar as batidas que têm seus próprios refrões e então criar os riffs.

Então eu queria endereçar o simples absurdo de dizer "Essa é a nova merda" -- é a facada mais amarga e sarcástica em qualquer um que escutasse a música, a não ser que você entenda, e aí que vem a beleza. "Do we want it? No / Do we get it? Yeah/ Babble babble bitch bitch / Rebel rebel party party." Você pode dizer qualquer coisa; às vezes eu irei cantar coisas diferentes ao vivo para ver se alguém percebe.

O show de ontem aconteceu em Phoenix, Arizona. O setlist teve a volta de Pistol Whipped no lugar de Little Horn e Hey, Cruel World... não foi tocada.

1. Angel with the Scabbed Wings
2. Disposable Teens
3. No Reflection
4. Pistol Whipped
5. The Dope Show
6. Rock is Dead
7. Great Big White World
8. Personal Jesus
9. mOBSCENE
10. Sweet Dreams (Are Made of This)
11. The is the New Shit
12. Irresponsible Hate Anthem
13. The Beautiful People

Angel With the Scabbed Wings

Disposable Teens

No Reflection

Pistol Whipped

The Dope Show

This is the New Shit 

The Beautiful People 

Ontem (29) a turnê pré-Masters of Madness com o Alice Cooper começou com um show em San Diego na Califórnia e tivemos surpresas ótimas no setlist! Após 16 anos, Angel With the Scabbed Wings está de volta! Assim como This is the New Shit, que foi tocada apenas na turnê Grotesk Burlesk em 2003. A última vez da Great Big White World foi em 2009.

A outra boa notícia é que agora a banda tem um novo tecladista! Ainda não sabemos o nome, mas assim que tivermos mais informações, publicaremos aqui!

1. Angel With the Scabbed Wings
2. Disposable Teens
3. No Reflection
4. Little Horn
5. The Dope Show
6. Rock is Dead
7. Great Big White World
8. Personal Jesus
9. mOBSCENE
10. Sweet Dreams (Are Made of This)
11. Hey, Cruel World...
12. This is the New Shit
13. Irresponsible Hate Anthem
14. The Beautiful People

Angel With the Scabbed Wings

Disposable Teens

No Reflection

Little Horn

The Dope Show

Rock is Dead

 
Great Big White World
 
 
Personal Jesus
 
 
mOBSCENE
 
 
Sweet Dreams (Are Made of This)
 
 
Hey, Cruel World...
 
 
This is the New Shit
 
 
Irresponsible Hate Anthem
 
 
The Beautiful People
 

Jason postou hoje (27/05) um artigo no site da revista Modern Drummer contando o que tem feito nos últimos três anos.

Hey, galera! Jason Sutter aqui. Estou saindo novamente em turnê com o Marilyn Manson e queria contar o que aconteceu desde a última vez que falei com a Modern Drummer em uma edição de 2010.

Da última vez que falei com a MD, tinha acabado de gravar o disco novo do Vertical Horizon, Burning the Days, no qual eu compartilhei tarefas com o primeiro e único Neil Peart (sim, aquele Neil Peart) e toquei na turnê Americana. Pouco após isso, me juntei ao Foreigner e toquei com eles durante todo 2010 na Europa e EUA. Tive a sorte de fazer uma turnê com eles na Índia por quase um mês, tocando nas maiores cidades de lá, foi de mudar a vida! Um dos destaques daquele ano foi a turnê United in Rock de dois meses durante o verão Americano com o Foreigner, Styx e Kansas. O meu eu de doze anos de idade ficaria louco, já que fiz uma turnê com minhas bandas favoritas quando jovem. Foi bem old school e é uma turnê que nunca esquecerei. Pude assistir o Todd Sucherman, que arrasou todas as noites e ver o Phil Ehart do Kansas foi tipo uma aula de bateria todo show. Ele é ótimo e não perdi nenhuma noite, já que seu groove e feeling são indescritíveis e super originais. Com o Foreigner foi uma loucura e uma ótima chance de tocar com uma das bandas mais clássicas do rock. Se quiser dar uma conferida, há uma gravação disponível no iTunes chamada iTunes Festival: London 2010.

Terminei essa turnê em Março de 2011 e imediatamente recebi um telefonema pra saber se eu estaria interessado em entrar em turnê com o New York Dolls, que começaria em Maio e teria o Mötley Crüe e o Poison. Fiquei extremamente empolgado, já que o New York Dolls é uma das minhas bandas favoritas e são a verdadeira matriz do Punk Rock. Ainda não tinha sido contratado, mas haviam me perguntado se eu estava interessado. Como eu nunca perco um show quando eles estão na cidade e conhecia o baterista atual, Brian Delaney, estava a um passo de conseguir. Tive que lembrá-los de que cresci em Nova York e não segurar o fato de eu morar em Los Angeles contra mim. Consegui o emprego e toquei no restante da turnê. 

Posso dizer honestamente que aquilo vai ser, provavelmente, uma das turnês mais legais que já fiz. A banda estava a todo vapor e eu era vinte anos mais jovem que o cara próximo de mim, então foi tipo ir a uma escola de rock todo dia. A banda era o David Johansson e Sylvain Sylvain da formação original do Dolls e o primeiro e único Earl Slick (David Bowie, John Lennon) na guitarra e Kenny Aaronson (Derringer, Joan Jett, Billy Idol, Bob Dylan) no baixo e a banda estava foda. A turnê de verão foi uma loucura. Pude ver o Mötley e o Poison todas as noites, então foi tipo uma grande festa, de jantar com o Nikki Six a me divertir nos camarins com o Mick Mars ou CC Deville ou fazer uma festa no ônibus da turnê do Rikki Rocket. Foi bem insano. A melhor parte foi que eu toquei com o New York Dolls todas as noites. Foda!

Terminamos a turnê e acabamos indo para a Inglaterra para algumas semanas de shows com o Alice Cooper, que acabou na Escócia no Halloween. A banda do Alice Cooper estava arrasando, e foi ótimo poder passar um tempo com o baterista Glen Sobel, que eu conheço da cena de Los Angeles, assim como toda a banda. Claro, o Alice foi o performer consumado todas as noites e um cara legal, tranquilo fora do palco. Alice e o Dolls foram os primeiros a adicionarem essa coisa de showman nos shows de rock, então essa turnê foi especialmente histórica.

Atualmente estou em turnê com o Marilyn Manson no verão, na turnê Masters of Madness, junto com o Alice Cooper, então será legal entrar em turnê com eles novamente. Toquei durante todo o ano passado com o Manson em suporte ao novo disco, Born Villain. O disco foi indicado ao Grammy e ao Golden Gods Awards como melhor disco de metal. Dessa vez é uma coisa totalmente nova para mim, e uma chance de tocar mais pedal duplo, o que tem sido bem louco. A melhor parte do ano passado foi tocar em vários festivais de metal ao redor do mundo e poder conferir o melhor dos melhores bateristas de metal atualmente.

Estou adorando e ansioso para sair em turnê nesse verão. Estaremos por todo os Estados Unidos começando em Junho, então espero ver você em um show. Para datas e mais informações, acessem o meu site. Continuem arrasando e espero ver vocês po aí nesse verão. Cheers!

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14.11 @ Annexet
15.11 @ Hal 14
16.11 @ Sporthalle
18.11 @ Zenith
19.11 @ Tip Sport Arena
20.11 @ Gasometer
22.11 @ Pala Alpitour
23.11 @ Samsung Hall
25.11 @ Velodrom - UFO
29.11 @ Mitsubishi Electric Halle
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