A banda tocou ontem, dia 29, em Huntington, Nova York. O setlist segue o mesmo dos dias anteriores.

1. Hey, Cruel World...
2. Disposable Teens
3. The Love Song
4. No Reflection
5. mOBSCENE
6. The Dope Show
7. Slo-Mo-Tion
8. Rock is Dead
9. Personal Jesus
10. Pistol Whipped
11. Tourniquet
12. Irresponsible Hate Anthem
13. Sweet Dreams (Are Made of This)
14. Antichrist Superstar
15. The Beautiful People

     

The Dope Show

 
Antichrist Superstar
 
 

Hoje a banda tocou em Hampton Beach, New Hampshire. O setlist foi o mesmo de ontem.

1. Hey, Cruel World...
2. Disposable Teens
3. The Love Song
4. No Reflection
5. mOBSCENE
6. The Dope Show
7. Slo-Mo-Tion
8. Rock is Dead
9. Personal Jesus
10. Pistol Whipped
11. Tourniquet
12. Irresponsible Hate Anthem
13. Sweet Dreams (Are Made of This)
14. Antichrist Superstar
15. The Beautiful People

Hey, Cruel World... (incompleta)

Disposable Teens

No Reflection

Coma Black (intro)/The Dope Show

 
Rock is Dead
 
  
Personal Jesus
 
 
 Tourniquet

The Beautiful People

Manson retomou definitivamente a turnê Hey, Cruel World ontem, dia 27 de Abril, com o show em Providence, no estado de Rhode Island, nos Estados Unidos. O último show havia sido no dia 15 de Março, em Taipei, Taiwan. Setlist e algumas fotos podem ser vistos abaixo:

1. Hey, Cruel World...
2. Disposable Teens
3. The Love Song
4. No Reflection
5. mOBSCENE
6. The Dope Show
7. Slo-Mo-Tion
8. Rock is Dead
9. Personal Jesus
10. Pistol Whipped
11. Tourniquet
12. Irresponsible Hate Anthem
13. Sweet Dreams (Are Made of This)
14. Antichrist Superstar
15. The Beautiful People

       

         

Hey, Cruel World...

Disposable Teens

The Love Song

No Reflection

mOBSCENE

The Dope Show

Slo-Mo-Tion

 
Rock is Dead

Personal Jesus/Pistol Whipped

Sweet Dreams (Are Made of This)

 
Antichrist Superstar
 
 
The Beautiful People
 
 

O site da Universal Music Alemã publicou uma entrevista com o Manson em vídeo, onde ele fala sobre o Born Villain. O vídeo tem 33 minutos, vale a pena assistir!

Clique na foto abaixo para ir até o site e conferir.

 

Nossa saga com o ícone enigmático Marilyn Manson continua com a terceira parte de nossa entrevista exclusiva. Postamos nossa discussão com o Manson sobre seu próximo álbum, Born Villain, nas duas primeiras partes da nossa introspectiva com o artista, e continuamos no novo território na parte três.

Neste capítulo, perguntamos ao Manson como sua aparição no documentário Tiros em Columbine mudou a percepção pública do artista e como o conceito do "vilão" atua como o alicerce para a última transformação do Manson.

Manson cumpriu seu tempo como o cordeiro da mídia, seguindo uma das tragédias mais publicadas da América. Aqueles que procuram por respostas rápidas e fáceis às complexidades das mentes adolescentes por trás de eventos como o tiroteio em Columbine, imediatamente rotularam o Manson como o vilão - muito como o Judas Priest, Twisted Sister e Ozzy Osbourne no passado.

Conversamos com o Manson sobre o assunto, seu pensamento sobre o Tiros em Columbine em si, sua adaptação do conceito de "vilão" e muito mais. O Loudwire apresenta nossa discussão com o Marilyn Manson abaixo:

Quando você apareceu no Tiros em Columbine, pareceu que foi um tipo de catalista pela maneira como o público te percebeu. Repentinamente, o que falavam do Marilyn Manson era que você era uma pessoa inteligente e solícita. Você vê algum paralelo entre esse tipo de mentalidade automatizada e a mentalidade daqueles que rapidamente apontaram o dedo pra você em eventos como o Columbine?

Bem, isso mostra como... Eu disse antes - as pessoas não sabem o que eu passei naquele dia e eu dei aquela entrevista, porque aquela entrevista durou umas duas horas e meia e foi antes de eu ir até um estádio após muitas ameaças de morte e eu tinha uns 30 policiais me vigiando. Eu sabia que ir para aquele estádio - todos que me conheciam disseram pra eu não fazer isso e eu tinha que fazer. Se você não consegue viver sem o que você faz, então você tem que morrer por isso. Eu não quero morrer, mas eu tive que fazer.

Isso é o que se passava pela minha mente quando eu dei aquela entrevista. Eu não necessariamente gosto do filme, e é engraçado porque eu fiz uma aparição no filme A Estrada Perdida, por exemplo - é o meu filme favorito do David Lynch.  Não sou egoísta, mas concordo com você que o que você disse sobre o Tiros em Columbine criou uma janela - um catalista que abriu toda uma nova maneira das pessoas olharem para mim. Depois disso eu fiz o The Golden Age of Grotesque e eu tive minha habilidade e confiança para dizer - e acho que foi um dos meus períodos mais criativos até agora - [que] ao invés de ser destruído por tudo isso, eu fiquei mais forte. As pessoas gostam de coisas como a adversidade, algo que seja o homem contra a natureza ou qualquer coisa assim.

Eu não fiz nada de errado. Minha maior pergunta sempre foi, "As pessoas acham que a minha música fazem as pessoas matarem? Por que elas não estão preocupadas com o que eu vou fazer?" (risos). Tenho 36 culpas por tiroteios em escolas na bagagem... e meu pau na bagagem, também (risos). Se eu conhecesse as pessoas pessoalmente, eu ficaria triste, mas eu não vou levar para o lado pessoal. O que eu vou pegar é o fato de que a vida é mudança, e o vilão é sempre o catalista, o vilão é sempre a pessoa que cria algo diferente na história. E não quero dizer "vilão" no sentido de que as pessoas talvez definam como o "cara mau", não estou dizendo o "cara mau".

Quando eu digo "vilão", eu quero falar no sentido tradicional como em Macbeth ou algo assim. O herói não faz nada nas histórias, e não precisei ir para a escola para aprender isso, foi só pelo fato de eu ser um fã da literatura e filmes. O vilão é a pessoa que tem a chance de mudar algo. Ele talvez quebre as regras, mas essa é a coisa, às vezes, se você não quebra as regras, você não vai salvar nada, você não vai mudar nada.

Se alguém ameaça o que eu amo ou me importo, e foi o que fizeram no passado. Tudo foi tirado de mim, e agora eu me sinto na mesma posição do começo, onde eu não vou ser ignorante e teimoso, e eu sou com frequência, e alguém ameaçar minha família ou coisas que eu me importo - minha garota, meus gatos, minha vida. Às vezes o instinto masculino é fazer algo estúpido, mas eu mataria alguém se tivesse que fazer isso, mas ao mesmo tempo eu não estaria os protegendo porque estaria na prisão ou morto, então isso não é algo inteligente. Preciso ser um fora da lei, preciso ser um vilão, preciso ser a pessoa que você não quer se meter, então as pessoas não se metem no que eu faço. Isso é o que eu comecei a ser quando eu, por algum motivo, tive uma hesitação porque eu estava essencialmente esmagado por várias coisas. Eu comecei a perder minha identidade e todos podem se relacionar com isso. Se você perde o que você é, então o que você tem?

Fique ligado para a quarta e última parte de nossa entrevista com o Marilyn Manson, onde ele fala sobre o West Memphis Three.

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20.11 @ Gasometer
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23.11 @ Samsung Hall
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