Em uma enquete online promovida para o Halloween, o clássico da banda de 1995, "Sweet Dreams (Are Made of This)" venceu e ficou com o título de "vídeo mais assustador já feito".
"Thriller" do Michael Jackson e "Come to Daddy" do Aphex Twin ficaram em segundo e terceiro lugar respectivamente. Completam o top 5, "Bark at the Moon" do Ozzy Osbourne e "If I Had a Heart" do Fever Ray.

Fontes: Toronto Sun | Billboard.com

Foi colocado online mais um trecho do episódio do programa Celebrity Ghost Stories com o Manson. O episódio vai ao ar nesse sábado, 30 de Outubro, às 21:00 no canal Bio. (só para os Estados Unidos)

Assista abaixo mais um preview do programa:

O primeiro trecho divulgado pode ser assistido aqui.

Fonte: Provider Module

O Scream Awards 2010 vai ser transmitido pela TNT, no dia 31 desse mês, às 22h (horário de Brasília) e no dia 1º de Novembro, à 1:00am. Por causa do horário de verão, moradores das regiões Norte e Nordeste assistem às 21:00h (0:00am no dia 1º) ou 20:00h (23:00h no dia 1º) nos estados de Rondônia, Roraima, Acre e Amazonas.

O evento contou com o elenco de Lost, show de M.I.A e apresentação de um dos prêmios pelo Manson.

Mais uma foto promocional da época do The High End of Low foi revelada no marilynmanson.com. Veja abaixo:

 

Leia abaixo uma entrevista feita pela revista Inglesa SELECT em 2000. Manson fala sobre o álbum "Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death)" e também sobre Columbine.

Obrigado ao Victor pela transcrição e fotos.

 

Marilyn Manson – Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death)
Interscope/Nothing


O quinto álbum do Manson, escrito na casa onde o Rolling Stones escreveu o “Let it Bleed” e gravado na casa do escapista Harry Houdini.

Há, parafraseando Oscar Wilde, uma única coisa pior do que ser falado. É ser falado por um bando de fanáticos religiosos que te responsabilizam por um assassinato a sangue frio de vários jovens e que gostariam de te ver pregados numa cruz com apenas uma Bíblia do Rei James e uma cópia dos Greatest Hits do Aled Jones como companhia.

No dia 20 de Abril do ano passado, Manson se encontrou em tal posição. Naquele dia, Dylan Klebold e Eric Harris andaram pelos corredores do colégio Columbine em Denver, Colorado e abriram fogo contra seus colegas de classe. Tirando o fato de que o par pensou no Manson foi uma brincadeira, o cantor foi imediatamente responsabilizado.

As acusações vieram numa época peculiar. Manson estava se afastando de queimar Bíblias e fumar ossos humanos. Ao invés, isso era feito pelo Radiohead, oportunidades de foto com Richard Branson e algo como a aceitação do mainstream. Em uma queda violenta, o Massacre de Columbine destruiu essa fachada e Marilyn Manson estava, mais uma vez, reinstalado como o “Inimigo Público Número Um”.

O espectro de Columbina assombra o “Holy Wood”. Morte, armas de fogo e imagem religiosa bagunçam as letras. “Put me in the motorcade” ele resmunga em uma parte, reiterando seu fetiche pelo Kennedy e desafiando seus amigos ao seu pior.

Infelizmente, isso não significa que o “Holy Wood” seja bom. A postura ambiciosa, glam-metálica do “Mechanical Animals” de 1998 tem se livrado em favor de um retorno hesitante ao tipo de guitarras com a força industrial e ambiente pós-apocalíptico do álbum “Antichrist Svperstar”.
É um abrigo estilístico que não dá certo. Onde Manson uma fez foi, inegavelmente, coruscante, você poderia colocar “President Dead”, “Born Again” e “Cruci-Fiction in Space” em uma formação e mesmo o compositor teria problemas em distingui-las.

Por todas suas faltas, Manson nunca foi tolo antes. Aqui, no entanto, ele está contente em estar no comércio dos soundbites triviais (“I’m not a slave to a God that doesn’t exist” ele canta em “The Fight Song”), o fatalismo rotineiro (“We sing the death song, kids, because we’ve got no future” – “The Death Song”) e, o pior de tudo, a opção fácil. Oferecer de forma sarcástica John F. Kennedy, armas e Deus como a Trindade Sagrada da América é ironicamente divertido. Faça isso com uma frequência dolorosa como aqui, reduza isso a uma paródia de si mesmo. Se o “Mechanical Animals” foi o “Ziggy Stardust” do Manson, agora é o “Tin Machine”; uma suposta explosão de confronto que equivale ao clichê. Por toda a publicidade colocada em cima da criação e do criador, o “Holy Wood” é um infeliz oximoro: um álbum seguro e confortável do Marilyn Manson. E um que - o querido Oscar Wilde provavelmente nunca disse – fede aos céus.

Por James Leonard.

 

Qual o conceito por trás do álbum?

É sobre um inocente que é dado a ele a fruta proibida, como no Jardim do Éden na Bíblia. Tendo ganho o conhecimento, o inocente se torna um revolucionário e usa isso para melhorar seu entorno. Mas a revolução eventualmente vira outro produto das coisas que ele está lutando e no final ele está apenas lutando contra si mesmo.”

Como a consequência do massacre em Columbine te afetou?

Depois de Columbine, eu tive que decidir se eu ia ser fodido ou quebrar os dentes de alguém. Ano passado se fez necessário para mim fazer esse álbum. Não é necessariametne sobre o incidente em Columbine e, sim, o motivo pelo qual aconteceu. Mas não vou comprar um colete à prova de balas. O íncomodo é o que faz as coisas serem boas.

Você disse que essa é sua resposta ao “White Album” dos Beatles. Você não acha que faltou faixas no mesmo estilo de “Rocky Raccoon” e “Blackbird”?

Bem, não tem um Paul McCartney na banda, então é por isso que não tem uma “Rocky Raccoon”. Enquanto a “Blackbird” é inofensiva, ou não tem um tom obscuro. Mas meu álbum é mais sobre tentar capturar o espírito em que o “White Album” foi criado – os aspectos experimentais e revolucionários. E ficou associado com violência (Charles Manson disse que foi dito a cometer assassinatos pelo “White Album”). Isso é uma atração.

Você disse que o encarte é derivado de um set de cartas de tarô. Como é isso?


Tentamos criar algo que pode ser visto como arte, e que provoque outros sentimentos. Planejamos expor a fotografia para o álbum. Luis Buñuel, um dos meus cineastas favoritos, teve uma rebelião em suas estréias de filmes porque eles eram muito controversos. Talvez possamos começar uma rebelião.

Você faz uma participação no novo videoclipe do Eminem...

Sinto um pouco de camaradagem. Nós dois tivemos muita exaltação. Na “The Way I Am”, o Eminem rima meu nome com ‘heroína’, então fez sentido para mim estar no vídeo.

O Slipknot roubou seu estrondo?

Não acho. Os caras do Slipknot são meus colegas. Já disse isso antes – É tudo pudim.

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