Manson adicionou foto de mais um quadro e também mudou o status do MySpace. Veja:

Marilyn Manson: Eu vou mudar o mundo, mas não vou mudar minha roupa de baixo.
Humor: Duro hard

Ontem, na notícia sobre a presença do Manson na segunda edição do Golden Gods, havíamos dito que ele, talvez, tivesse entregado algum prêmio, mas na verdade não. Ele subiu ao palco para falar em defesa de Damien Echols e West Memphis 3; é um crime famoso lá nos Estados Unidos, onde três homens estão presos - injustamente - por crimes que não cometeram.

Veja o vídeo abaixo:


Atualização

Leia a transcrição do que é dito no vídeo! Créditos ao MansonWiki pelo trabalho

... situação séria que eu quero falar sobre. Em todas as coisas que eu fiz, obviamente qualquer de nós, especialmente eu poderia ter sido Damien Echols, mas ele está no corredor da morte em Arkansas por um crime que ele não cometeu. Também porque ele se se vestia como nós, escutava a mesma música que a gente e agia como nós. E acho que ele sentiu o que todos nós sentimos agora, nós sempre sentimos, mas meio que ficamos de fora. Sabe, eu sempre fui um grande apoiador do caso. Mas eu escolhi há muito tempo não me envolver porque pensei que eu adicionaria ao problema, mas agora acho que é uma hora importante de levantar e ser parte do problema.  Essa é uma pessoa que se destacou em uma pequena cidade em Arkansas com seus amigos Jason Baldwin, Jessie Misskellu e submetidos ao básico Julgamento Salem Witch que todos falam sobre. O sentimento deles. Então por 16 anos esses caras, que eram adolescentes na época do julgamento, coisas que nem imaginamos eles passaram por um minuto. Sabe, eles pararam de ter uma vida normal e começaram a ser criminosos quando eles não eram. Meio que ficaram conhecidos por isso. É básico, as pessoas sempre perseguiram todos que são como nós, eu... Não vou tentar me comparar ao Damien Echols. Embora eu quisesse ter a força que esse cara teve, porque ele foi a julgamento e foi preso apenas por ser e pensar as coisas do jeito dele, e isso é muito o que todos nós como uma comunidade musical acreditamos e o que precisamos para finalmente ficarmos por trás.
Então estou aqui para dizer, vamos todos pegar o West Memphis 3 e resolver isso. E isso é tudo que eu vou dizer, vamos resolver essa merda.

Marilyn Manson

Manson esteve presente na segunda edição do prêmio Golden Gods, realizado pela revista Revolver. A premiação aconteceu ontem, 8 de Abril, no Club Nokia, em Los Angeles, Califórnia.

Pelo que parece, ele apresentou algum prêmio, mas não sabemos qual. O programa vai ao ar no dia 22 de Maio, no canal VH1 (nos Estados Unidos). Possivelmente até lá teremos a informação de qual foi o prêmio que ele apresentou.

No mais, confira abaixo um vídeo do tapete vermelho onde ele aparece brevemente no começo.



E confira fotos aqui e aqui.

Manson foi entrevistado pela Playboy do México, na edição desse mês (Abril). Ele fala bastante sobre quadros e cita brevemente o novo álbum. Além disso, o boato de que haveria exposição no México foi confirmado, mas ainda sem data.

 

Por: Arturo J. Flores

O controverso músico também pinta e em breve apresentará a exposição Hell, etc no México, que carrega sua alma rockstar nas telas.

 

“Gosto de pintar à noite quando o mundo dorme. E então os pesadelos brotam dos meu dedos e tornam-se fantasmas coloridos que habitam as telas.” Marilyn Manson confessa que nunca pintou uma modelo viva, mas foi oferecido por Angelina Jolie. Manson está bastante animado, finalizou seu contrato com a Interscope e é agora um mestre de seu próprio caminho. Manson prepara para começar a gravação de dois curta-metragens que serão sua introdução à estreia oficial como um cineasta, o filme Phantasmagoria: The Visions of Lewis Carroll. E ele não está muito curioso para assistir o filme do Tim Burton sobre a obra prima de Carroll.


Ouvi dizer que quando você começou a mostrar seus quadros, você ficou um pouco tímido. Não consigo acreditar que o Marilyn Manson, o mesmo cara que destruiu Bíblias e sodomiza garotas no palco, poderia, possivelmente, ser tímido.

Definitivamente eu sou bem tímido. As pessoas acham que os artistas são extrovertidos e gostam de mostrar os pensamentos e emoções para uma porção de estranhos, mas isso não é verdade em todos os casos. Para mim, não foi tão difícil ficar em frente de um público e cantar, mas quando o assunto são os quadros, mostrar meus sentimentos mais profundos, as coisas mudam. Talvez não seja necessariamente timidez, mas é algo parecido.

Dizem que Rembrandt morreu de fome, mesmo que ele tenha acumulado tesouros em casa, e Van Gogh cortou sua orelha em um ato de amor. Quais são seus rituais de criação?

Quando eu quero ficar sozinho e não consigo escrever músicas, eu pinto. Eu geralmente faço isso no meio da noite, quando todo mundo está em silêncio e eu posso entrar em contato comigo mesmo. O processo é diferente porque, para mim, quando eu escrevo músicas eu sei que elas serão ouvidas por mais de uma pessoa, mas no caso dos meus quadros, considerando que a maioria deles são retratos de pessoas que eu acho interessantes, eu tento conectar com uma única pessoa que está olhando para o quadro. Geralmente eu faço isso a partir de fotografias. Eu nunca sentei e tentei pintar uma pessoa que estava ali comigo. De fato, eu nunca pensei em fazer uma galeria ou vender meus quadros, porque não imaginei que talvez as pessoas tivessem interesse em tais expressões pessoais. Meus primeiros quadros foram presentes para as pessoas que eu havia pintado. A primeira vez que uma pessoa comprou um quadro meu, um outro artista, aliás, ele disse para mim, “Hey, você é um pintor, você tem que investir mais.”

Você pinta escutando heavy metal de fundo?

Não, eu prefiro o silêncio porque eu não gosto de ser distraído. Eu desligo tudo que eu gosto, e aproveito a intimidade que foi dada e encaro a tela em branco só com um pincel esperando para ver o que acontece. Um dos motivos pelo qual eu gosto de trabalhar no meio da noite é porque a maioria das pessoas param de pensar e então meu cérebro pode pensar muito mais claramente. Pintar é um tipo de exercício mental para mim.

Qual a primeira lembrança de pintura que vem à sua mente?

Minha primeira aula de artes na escola quando eu era bem jovem. Naquela época eu queria ser um cartunista. Não tinha interesse em pintar na época, porque uma coisa era pintar em preto e branco, outra era colocar a alma na tela. Quando criança eu fiz uma cirurgia e pintar me ajudou a passar o tempo. E então, na época do Mechanical Animals, eu quis retornar com os quadros. Fui a uma farmácia e comprei algumas aquarelas infantis. Só havia quatro cores, mas eu misturei vermelho, amarelo, azul e vermelho para encontrar um café. Eu também usei a água suja deixada no pote e o resultado foi interessante. Pintar te força a ser criativo, vai além de seus próprios limites. Gosto de fazer as coisas com as minhas próprias mãos. Se você só tem uma cor, você tem que fazer o melhor que você puder. Se você fica perdido em uma ilha, teria que pintar da mesma forma.

Depois de assistir o documentário Tiros em Columbine, do Michael Moore, está claro que as pessoas vão culpar tudo de ruim que acontece. Nesse contexto, você se leva a sério como um pintor?

Eu tento tirar a parte de ser “celebridade” dos meus quadros, porque ser um rockstar é diferente de ser uma celebridade. É meu ambiente, sim, e então eu tenho que ficar em contato com isso. Como disse Andy Warhol, que marcou a tendência na arte do século XX, e é parte da cultura pop e às vezes pode ser frustrante. Há aqueles que dizem ser psiquiatras e analisam meus quadros daquela perspectiva, enquanto outros não estão impressionados com o quadro em si. Na música, as pessoas criam uma pré-disposição porque elas sabem que é uma música minha. Na pintura, não importa se você é ou não um fã meu para admirar meus quadros. Você pode ver e ter uma opinião, independentemente de ser feito pelo Marilyn Manson.

E você prefere a música ou pintura para passar suas mensagens?

Eu realmente não sei... Se eu tivesse que escolher.

Da última vez que veio ao México, as pessoas em Monterrey rezaram para que seu show não acontecesse. Você fica frustrado por seus quadros censurarem alguém de não gostar da sua música?

Não... me assustou um pouco. Eu lembro de Monterrey... (ri sutilmente). Historicamente, os artistas mais brilhantes sofreram da mesma forma, às vezes seus trabalhos eram destruídos, mas outros ícones foram muito além. As pessoas expressam seu ódio pelas coisas de jeitos estranhos. Odeie ou ama algo, mas não fico surpreso de que as pessoas engulam a estupidez que está presente na cultura Americana. Não acho que meus quadros sejam totalmente políticos, ou religiosos, nem minha música, assim não me sinto tão revoltado com eles. Meus quadros não são o que as pessoas esperam de mim.

Cada um dos seus álbums contêm um conceito e estética diferentes, do Portrait of an American Family ao The High End of Low, passando pelo Antichrist Svperstar. Seus quadros também já passaram por períodos diferentes?

Acho que sim. No começo meus quadros eram muito diferentes daqueles que eu fiz, por exemplo, essa semana. Antes eu mal conseguia pintar olhos e agora eles são muito importantes. Mudou minha percepção das cores.
Não mostrar os olhos, como eu representei primeiramente no meu trabalho antigo, é, talvez, uma projeção pessoal. Agora eu tento abrir mais, tanto com a composição de músicas, como com a pintura. Não tenho mais medo de ser quem eu sou, algo aconteceu no começo e, portanto, eu tentei usar frases mais complicadas e elaborar metáforas.
Agora estou no estúdio, trabalhando em um novo álbum, porque estou passando por um período de grande inspiração. Semana passada eu trabalhei uma semana direto em quadros e quando eu terminei, estava satisfeito com todos eles. O mesmo acontece com a música, eu tenho trabalhado em mais de uma música por dia. Então funciona para mim, quando eu saio da pintura e volto para a música e vice-versa. Acho que meu cérebro pode focar em apenas uma coisa.

Você começou sua carreira como jornalista. Você presta muita atenção às críticas que são escritas sobre você como um artista?

Eu gosto de ouvir as pessoas. O mundo de hoje autoriza cada um de nós a virar um crítico e a Internet faz uma grande diferença em relação à isso. Também autoriza os artistas a superar e florescer. Eu geralmente mostro meus quadros às pessoas, eu valorizo a opinião delas. Eu prefiro isso do que contar quantas reviews boas e ruins acumularam. Não sou daquele tipo de pessoa que diz que não se importa com o que os outros pensam, porque seria uma mentira. Eu não vivo de acordo com o que as pessoas pensam, mas ouço o que as pessoas pensam, porque é a única maneira, como um artista, que eu posso medir o quão minha arte afeta ou influencia as pessoas. Mas sim, eu me importo muito mais com a opinião das pessoas que eu conheço, do que de estranhos. Não posso dizer que ouvir uma crítica como músico e como pintor é a mesma coisa porque, definitivamente, não é.

Sei que você gosta do trabalho da Frida Kahlo. Ela tem um forte senso de sofrimento em seus quadros, fora os aparelhos ortopédicos parecidos com aqueles usados no vídeo da The Beautiful People. Há algum tipo de conexão entre o seu trabalho e o dela?

Engraçado você ter mencionado Kahlo. Li a biografia dela e assisti o filme Julie Taylor e aquilo definitivamente afetou a maneira de eu admirar seu trabalho. Mas eu também acredito que há uma diferença principal entre as culturas. Ela traçou conceitos como o mal e escuridão, o que me deixa curioso, considerando a forte tradição religiosa que existe em seu país (México). Isso também é estranho para mim, porque convivi com isso (quando criança, ele estudou no colégio Católico Heritage). Então eu sempre questionei a religião e quando eu a vejo refletida na arte, isso realmente me atrai, tanto na forma de bruxaria ou Santeria. Mas não, eu não imito ninguém, embora eu admire vários artistas, como Salvador Dalí. Sei que nunca vou poder pintar com ele, mas ele teve um impacto considerável, assim como Andy Warhol e Marcel Duchamp. Há muito tempo percebi que quanto menos você imitar os outros, mais rápido você encontrará sua própria voz. Então em uma tentativa de reinventar a música e pintura, você tem que regurgitar sua própria crianção para encontrar sua própria voz.

Algum tempo atrás você vez uma sessão de fotos para nós (Manson retratou sua ex-mulher, Dita Von Teese), quem seria uma boa modelo para você pintar?

Pintei várias mulheres e a maioria delas eu nunca vi nua. Antes de falar com você, eu estava trabalhando em um retrato da Angelina Jolie nua. Quando eu mostrei para ela, depois de finalizado, ela se ofereceu para posar para mim, mas eu fiquei muito tímido para aceitar a oferta. Acho que a maneira que eu pinto, eu sempre fico com medo de que uma pessoa, o que eu acho lindo, talvez se sinta ofendida pelos meus traços e o jeito que eu tendo a distorcer o corpo humano. Eu pintaria qualquer mulher nua, menos a Courtney Love, a não ser pintar em cima dela.

Sua maquiagem, suas tatuagens, quadros e preparação para o filme Phantasmagoria: The Visions of Lewis Carroll. Parece que a imagem é bem importante para você. Dirigir um filme é uma extensão a esse gosto por pintura?

Num sentido talvez sim. Eu percebi que a indústria do cinema se move em uma velocidade diferente da indústria da música. Eu fiquei bem decepcionado porque queria começar o filme no mesmo ano. Desde sempre eu leio os diários do Lewis Carroll, me identifiquei muito com ele, pela maneira que ele explica as origens da Alice. Algo que poucas pessoas sabem é que ele foi o pioneiro da fotografia e a câmera que ele usou era rudimentar, foi mais que uma caixa de objetos refletindo o mundo de cabeça para baixo como ele descrevia em seus livros. Imagens reveladas em quartos escuros, em uma época que não havia eletricidade. Meses antes de conceder o Phantasmagoria, eu comecei a tirar várias fotos e assistir a vários filmes, tudo o que me fez amadurecer como um pintor. Em adição ao Phantasmagoria, eu tenho algumas histórias em mente, por uma série muito menor de filmes independentes. Eles não tem nem que serem exibidos nos cinemas. Eu terminei meu contrato com a Interscope, então agora eu decido o que fazer com a minha carreira. Sou muito mais livre. De agora em diante, minha música sera um pouco como a pintura, eu investirei meu próprio dinheiro e tomarei meus próprios riscos. Esse ano irá ver mais de mim, mas sera feito pelas minhas próprias mãos. Foi surpreendente com a Interscope, mas necessário, porque me lembrou que não preciso ter ninguém por trás de mim.

E agora eu suponho que será favorável vender mais quadros. Quem já tem?

Vários amigos. Nicholas Cage, Elizabeth Presley, Jack Osbourne... Não tenho certeza de todos eles. Não baseio minha vida nas celebridades. Sou muito seleto com meus amigos.

Mesmo que seu filme lide mais propriamente com a história do Lewis como um escritor, o que você acha da Alice do Tim Burton? Você assistiu?

Não, e nem quero. Não acompanho muito seu trabalho, se fosse pra escolher algum de seus filmes que eu gosto, seria A Fantástica Fábrica de Chocolates. Sou amigo do Johnny Depp, mas ainda assim não anima meus interesses. (Burton) mixou os dois livros (Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho) e eu não sei se isso foi uma boa decisão.

Fontes: Playboy.com.mx (fonte original) | MansonWiki (transcrição em Inglês)

O cantor americano Marilyn Manson confessou estar "apavorado" com a possibilidade de que a atriz Angelina Jolie pose nua para um quadro que está fazendo. A afirmação foi publicada em uma entrevista à edição mexicana da revista "Playboy", publicada nesta quarta-feira (7).

"Quando mostrei (o quadro), que não estava terminado, (Angelina) se ofereceu para posar para mim. Honestamente, me senti apavorado em aceitar", revelou. Manson explicou que seu medo se deve ao fato de que deforma o que pinta e, por isso, uma pessoa "bela" como Angelina pode se sentir "ofendida".
"Pintaria qualquer mulher nua, exceto Courtney Love, a menos que talvez pintasse em cima dela", disse o cantor sobre a vocalista da banda Hole.

Manson costuma pintar retratos de gente que considera "interessante" a partir de fotografias. A própria Angelina foi retratada há três anos. Algumas celebridades das quais é amigo e que já apareceram em suas telas são o ator Nicolas Cage e Jack Osbourne, filho do veterano roqueiro Ozzy Osbourne. 

"Geralmente pinto no meio da noite, quando todos estão em silêncio e posso entrar em contato comigo mesmo", explicou.

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15.11 @ Hal 14
16.11 @ Sporthalle
18.11 @ Zenith
19.11 @ Tip Sport Arena
20.11 @ Gasometer
22.11 @ Pala Alpitour
23.11 @ Samsung Hall
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