Por Joe Cladingboel; 5 de Novembro de 2009


Para aqueles que não são familiarizados com seus trabalhos, exemplos anteriores da arte do Marilyn Manson incluem ele vestido de Papa (e em consequência, sendo banido da Itália), aparecendo como uma redenção mutilada de Cristo na capa do álbum "Holy Wood" lançado em 2000, e usando imagens controversas, como uma criança depois da autópsia em seu encarte. Devido a sua performance caótica no Download Festival há alguns meses, muitos disseram que Manson era uma "estrela caída," alimentando a brasa fraca de uma carreira. Entretanto, seu novo vídeoclipe prova que há mais ácido em sua carreira do que nunca.

Durante seus vinte anos criando música, Marilyn Manson se esforçou para adicionar muitos níveis de significado em sua arte, tanto visualmente, como musicalmente e semanticamente - "Running to the Edge of the World," lançado dia 4 de Novembro, não é excessão.
Assim como o vídeo da "Heart-Shaped Glasses" de 2007, "Running to the Edge of the World" explora o lado mais humano do Manson, como oposto à criação teatral mais explorada na sua "trilogia" de álbuns anteriores (Antichrist Svperstar, Mechanical Animals e Holy Wood). Evocando empatia, desespero e eventualmente reviravolta e raiva, a conclusão do vídeo virá como um choque para qualquer um que assistir a primeira vez, e é, muito possivelmente, o movimento mais ilustre na carreira do Manson, bem como uma analogia tenebrosa do seu término com Evan Rachel Wood.

(Aviso - spoilers a seguir) 

O corpo principal desse vídeo, enquanto mostra a crua emoção por trás da música, atrai o espectador pelo que pode apenas ser descrito de "falsa empatia." O desespero evocado por nada mais que as expressões faciais e o doloroso aperto de suas mãos convidam o espectador a ficar sem defesa, como o Manson é visto como a clara vítima - do quê, não podemos ter certeza. É durante a seção que a letra brilha, incluindo lindamente "Sometimes hate is not enough to turn this all to ashes/Together as one against all others/Break all of our wings to make sure it crashes." Aqueles que marcam Manson como um músico sem talento, são deixados com uma grande quantia de ovos em seus rostos.

Aos 4:05, o tom do vídeo muda, a imagem borrada de uma loira manchada de sangue é imposta por duas vezes, sugere a conclusão do vídeo. O que transparece, é uma perversão obscura do "romance vampírico" exibido em "Heart-Shaped Glasses," que contém uma cena de sexo entre Marilyn Manson e Evan Rachel Wood (que tem uma grande semelhança com a loira no vídeo), coberta de sangue. Curiosamente, a linha final daquele vídeo é "Together as one, against all others," dito antes no devoto casal que saltou de um penhasco. Wood descreveu a cena de sexo mais tarde em uma entrevista como "um dos momentos mais românticos da minha vida." Running to the Edge of the World explora o quão romântico pode ser um banho de sangue quando sai de um nariz quebrado.

Uma não pode ajudar, mas ser lembrada de uma outra música do Manson; "Leave a Scar" - "If you´re not afraid of getting hurt/Then I´m not afraid of how much I hurt you."

Se você pensa ou não que o movimento chocante é um passo além dos limites de gosto, esse vídeo obscuro, horripilante e, inacreditavelmente, extraordinariamente lindo, lembra um testamento da habilidade do Manson enquanto artista - e, esperançosamente, uma promessa de que há mais para vir.

O mais novo álbum do Manson (The High End of Low) está disponível na Interscope.

 

CenterOfJournalism.Co.Uk

Em posts anteriores havíamos dito que o Twiggy fez algumas participações no novo álbum do Adam Freeland, intitulado Cope™. Agora é possível baixar a linha de baixo gravada pelo Twiggy na música Morning Sun!

O Adam Freeland foi escolhido para celebrar o 10º aniversário do software Ableton Live, que é um sequenciador musical usado por vários DJs para mixar e coisas do tipo.
Além da linha de baixo, o pacote contém a guitarra gravada por Joey Santiago, synths e racks de drone.

O pacote pode ser baixado aqui. É necessário ter a versão 8.0 ou superiores do programa. Para instalar, baixe, extraia e clique no arquivo .alp. Você será perguntado onde é para salvar o conteúdo.

Nota: Esses pacotes Live funcionarão no Live Intro ou Live Lite, mas como Sets apenas de leitura.
Você pode usá-lo para qualquer coisa que não seja de natureza comercial!

Fontes: MySpace | Ableton.Com

Finalmente está no ar!

Foi colocado há poucos minutos no site oficial o novo vídeo da banda, para a música Running to the Edge of the World.

Para assistir, vá até a seção "Cinema" do site clicando aqui. Ele encontra-se abaixo do vídeo da Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon.

[Edit]

Já disponível no Youtube

Não perca tempo, assista!

O site ClashMusic.com fez uma lista com as 100 citações mais ultrajantes do mundo da música. Manson ficou com a 93ª posição por ter dito a seguinte frase:

O jeito que eu elogio as garotas agora é dizendo: "Quero jogar facas na sua vagina."

A lista completa tem duas partes. Confira ambas aqui e aqui, respectivamente.

Fonte: @MansonNews

O site Blu-ray.com fez uma review do relançamento do DVD Guns, God and Government na versão Blu-ray, que tem lançamento marcado para o dia 17 de Novembro. O show é a apresentação que a banda fez em Los Angeles, no dia 08/10/2001. O áudio desse show faz parte do DVD inicialmente lançado em 2002.

Se você quer garantir o seu, acesse: Amazon.com. O DVD está custando $22,49 (R$38,68 de acordo com a cotação atual).

 

Por fim, confira abaixo a review completa e algumas fotos:

 

Marilyn Manson: Guns, God and Government - Live in LA. Blu-ray Review

Review por Dr. Svet Atanasov, 29 de Outubro de 2009.


Quando o Guns, God and Government foi lançado inicialmente em DVD em 2002, o visual era um agregado de vários shows do Marilyn Manson ao redor do mundo. O que esse disco blu-ray tem, é a gravação original em alta-definição do show de Los Angeles, como um filme coeso pela primeira vez.

Devo admitir honestamente que esse é um show diferente de tudo que eu já vi antes. É louco, é barulhento, é muito controverso. Os fãs de Marilyn Manson provavelmente estão rindo agora porque sabem exatamente o que esperar de seu ídolo quando ele se apresenta ao vivo, mas eu não, então o Guns, God and Government foi uma grande experiência para mim.

Devo começar com o óbvio - Marilyn Manson e sua banda se vestem de um modo... diferente. Couro, meias, correntes e outros equipamentos S&A é o que, definitivamente, aqueles caras parecem. E eu posso ver por que - suas músicas são obscuras, revoltadas e muito perturbadoras.

O Guns, God and Government - Live in L.A é composto de um total de dezesseis músicas, algumas das quais ganharam alguma reputação - "Disposable Teens," "Antichrist Superstar," "The Beautiful People," "Cruci-Fiction in Space," "The Dope Show" etc.
Novamente, posso ver por que - as letras são incrivelmente provocativas, às vezes incertamente ofensivas.

A música é alta, pesada e nervosa. Ritmicamente é, também, supreendentemente diversificada. Alguns devem argumentar que chega perto do que o Trent Reznor e seus companheiros fazem, mas eu discordo; Marilyn Manson, definitivamente, tem um estilo próprio.

As presentes performances são bem fortes. Como mencionado anteriormente, a maioria das músicas tendem a ser provocativas - com uma porção de pegadas no pênis, cusparadas e todos os outros tipos de comportamentos estranhos os reforçam - mas presumo que as pessoas que vão a shows como esses, esperam que seus ídolos o tratem de certo modo.

Finalmente, tenho que confessar que várias das encenações no Guns, God and Government - Live in L.A são assustadoras pra cacete ("Cruci-Fiction in Space"). Tenho certeza que alguns de vocês discordarão de mim, mas eles certamente ficaram comigo um tempo depois que terminei de assistir ao show.




Bem-vindo ao Show de Horrores!

 

Tracklist:

1. Intro/Count to Six and Die
2. Irresponsible Hate Anthem
3. The Reflecting God
4. Great Big White World
5. Disposable Teens
6. The Fight Song
7. The Nobodies
8. Rock is Dead
9. The Dope Show
10. Cruci-fiction in Space
11. Sweet Dreams (Are Made of This)/Hell Outro
12. The Love Song
13. Antichrist Superstar
14. The Beautiful People
15. Astonishing Panorama of the Endtimes
16. Lunchbox

 

 


Apresentado em uma taxa de aspecto de 1.78:1, codificado com MPEG-4 AVC e um transferidor 1080i permitido, o Guns, God and Government - Live in L.A chega em Blu-ray, uma cortesia da Eagle Rock Entertainment.

Gosto como esse show é em alta-definição! Geralmente falando, o detalhe é muito bom, embora devido a única iluminação e outros efeitos especiais usados no palco, algumas cenas, ocasionalmente, parecem um pouco mais leve que outras. Os close-ups, entretanto, especialmente aqueles do Marilyn Manson, ficam legais. O contraste e a claridade também são agradáveis, embora, por algumas razões mencionadas acima, elas podem variar um pouco. A suave trepidação é ocasionalmente notada, mas não acho que a maioria esmagadora irá se incomodar com isso. Dito isso, não detectei nenhuma séria anomalia para colocar nessa review. Tudo no Guns, God and Government - Live in L.A é forte no Blu-ray, e não tenho nenhum problema para recomendá-lo para vocês. (Nota: Esse é um disco de região livre. Portanto, você estará apto a rodá-lo no seu PS3 ou SA independentemente de sua localização geográfica).

 

 

Há três opções de áudio nesse disco Blu-ray: DTS-HD Master Audio 5.1, Dolby Digital 5.1, e LPCM 2.0. Eu optei pelo DTS-HD Master Audio 5.1 e depois fiz algumas comparações com as outras duas opções para o propósito dessa review.

A opção DTS-HD Master Audio 5.1 autoriza uma verdadeira experiência sônica satisfatória. O baixo é forte, os canais traseiros inteligentemente usados, e as altas-frequências não exageram. O "efeito ao vivo" - todos os barulhos do público, ecos etc - é bem manipulado, e várias das músicas transmitem a profundidade que as gravações de estúdio têm. Adicionalmente, há uma boa separação entre os diferentes instrumentos, mesmo quando as coisas ficam um pouco confusas demais. Lembrando, eu não detectei nenhuma falha de áudio para colocar nessa review.

O LPCM 2.0 é, também, bem forte. Certamente falta a profundidade e calibre de dinamismo que o DTS-HD Master Audio 5.1 tem, mas ainda te permite uma experiência decente. Se você puder tirar vantagem do DTS-HD Master Audio 5.1, entretanto, não há razão para experimentar com o LPCM 2.0.

Finalmente, o Dolby Digital 5.1 certamente não tem nenhuma falha técnica, mas acho que é notavelmente inferior ao DTS-HD Master Audio 5.1

 

 

The Death Parade - Esse é o mesmo documentário que foi incluso no lançamento do DVD Guns, God and Government. Contém uma variedade de gravações arquivadas de diferentes shows que Manson fez ao redor do mundo, de Londres a Moscou. O documentário contém um curioso dueto entre Marilyn Manson e Eminem, bem como performances camafeu de Sharon e Ozzy Osbourne. Sem legenda. (30 minutos, 480/60i)

 

Palavras finais

 

Se acontecer de você ser um fã de Marilyn Manson, você quer reservar o Guns, God and Government - Live in L.A o mais rápido possível.
Enquanto eu não puder dizer ainda que gostei do que vi - Eu provavelmente teria que assistir ao show mais uma vez para descobrir exatamente o que eu sinto - Devo admitir que, certamente, teve um efeito sobre mim. o lado técnico da coisa, como esperado, a Eagle Rock Entertainment não desapontou.

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14.11 @ Annexet
15.11 @ Hal 14
16.11 @ Sporthalle
18.11 @ Zenith
19.11 @ Tip Sport Arena
20.11 @ Gasometer
22.11 @ Pala Alpitour
23.11 @ Samsung Hall
25.11 @ Velodrom - UFO
29.11 @ Mitsubishi Electric Halle
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