Certamente um dos elementos mais "Grotescos" da "Era de Ouro" é sobre o que fala a música "Spade"; "Lustmord" ou "Sexo Assassino". Para refletir a degradação e depravação da cultura da época, particularmente na Alemanha Weimar após a Primeira Guerra Mundial, houve a fascinação artística com o sexo assassino. O assunto não é um que foi, de alguma maneira, inventado na época, já que é um aspecto proeminente e fundamental que sempre existiu na psique humana, lutado por de Sade, atuado por Jack, O Estripador e analisado por Freud. Como de Sade, que adorou as mulhers e as estimou como divinas, e foi mal interpretado como mera misoginia, dando a mulher tal poder ao coração do homem que também dá a ela o poder de destruí-lo. E com essa destruição, é natural do instinto humano reivindicar o que tem sido usurpado, que é a resposta dada ao Sexo Assassino.
"Gostaria de me referir como o Arch Dandy da era", Manson ligou ele mesmo a uma nova persona enquanto compunha o "The Golden Age of Grotesque", e esse novo demagogo emergiu. O termo "Dandy" apareceu com associação popular artística e poética na segunda metade do século XIX na Inglaterra e França, anunciando o novo renascimento da era da decadência na arte, poesia e expressionismo. Um Dandy pode ser descrito como um indivíduo nas artes, especificamente durante essa época, com visões políticas e sociais radicais, um estilo frequentemente chocante e uma maneira de se vestir muitas vezes andrógina. O termo foi associado e popularizado pelos expressionistas da época, como Oscar Wilde e Aubrey Beardsley, e notavelmente associado ao companheiro Dadaísta Raoul Hausmann, na foto-montagem feita por Hannah Höch em 1919.
Marlene Dietrich precisa de uma pequena introdução. Foi uma das mulheres mais bonitas que Hollywood já viu e se tornou ícone de glamour, beleza, elegância e decadência na década de 30. Mais tarde, também representou e simbolizou a liberdade e expressionismo, já que era uma alemã exilada que se tornou anti-nazismo. Por todas essas razões, foi influência no "The Golden Age of Grotesque."
"Essa semana foi intensa e tive que ir ao hospital como resultado de “ir longe demais” no processo de criação. Estou bem agora e feliz por estar de volta ao estúdio. Acabamos de completar a última faixa e é minha favorita até agora. Eu também comecei uma série de pinturas em tamanho real da morte de Elizabeth Short. Isso me assombrou pela vida inteira."
Manson postando em seu Diário online em Julho de 2002. Dentro está a série de aquarelas que Manson fez da Dália Negra, intitulada "Elizabeth Short as Snow White" (NT: "Elizabeth Short como a Branca de Neve" e as fotos originais do crime, que são a base dos quadros.
Kurt Weill, músico alemão que ficou famoso nos anos 20, ficou conhecido por escrever a partitura da peça teatral “A Ópera dos Três Vinténs”, de seu contemporâneo Bertold Brecht, e é famoso por escrever a canção “Mack the Knife”. Manson o citou algumas vezes como influência no "The Golden Age of Grotesque" pelo trabalho e reflexo do período. Durante uma série de apresentações da turnê Grotesk Burlesk, Manson cantou junto com The Dope Show e a faixa-título do álbum a música Alabama Song (Whiskey Bar), composição de Weill que foi executada por muitos outros famosos, como David Bowie e Jim Morrison.


29.05 @ House of Blues
30.05 @ The Marquee
01.06 @ Iselta Amphitheater
03.06 @ Red Rocks
04.06 @ USANA Amphitheatre
06.06 @ Gibson Amphitheatre at Universal City Walk
07.06 @ Ava Amphitheatre
08.06 @ UTEP/Don Haskins Center
10.06 @ Verizon Theatre
13.06 @ Jacobs Pavillion at Nautica
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